
quarta-feira, maio 16
Fernando Negrão aceita ser solução de recurso

terça-feira, maio 15
domingo, maio 13
sexta-feira, maio 11
Setúbal com vida difícil

"Inspecção do Território notificou câmara oito meses após investigação
A Inspecção-Geral da Administração do Território (IGAT) propôs a dissolução da Câmara Municipal de Setúbal no âmbito da conclusão das investigações sobre as irregularidades encontradas nas reformas compulsivas de 60 funcionários.O organismo, tutelado pelo Ministério da Administração Interna, entregou ontem na câmara o relatório final da investigação, iniciada em Novembro de 2005 - na sequência de uma notícia do DN - e concluída em Agosto de 2006, pouco tempo antes da renúncia do então presidente Carlos de Sousa.A Câmara e a Assembleia Municipal de Setúbal, que também foi notificada, têm agora 30 dias para contestar as investigações e a proposta final da IGAT.Este processo já levou o Ministério Público a constituir arguidos todos os vereadores, incluindo a actual presidente e o ex-presidente. O porta-voz do município confirmou ao DN a recepção "hoje [ontem] de manhã" do relatório e manifestou a "absoluta estranheza por, mais uma vez, um órgão de comunicação social tomar conhecimento do relatório antes da câmara". Considerando "inadmissível" esta situação no relacionamento entre órgãos do Estado, o porta-voz indicou que a presidente Dores Meira não se pronuncia antes de conhecer o conteúdo do documento.Por coincidência, as duas maiores autarquias da Área Metropolitana - Setúbal, de maioria comunista, e Lisboa, de maioria social-democrata - enfrentam, no mesmo dia, processos de dissolução. "
Miguel Sousa Tavares

"Em minha opinião, o Vitória de Setúbal é a pior equipa do campeonato e a sua descida aos infernos da Honra é absolutamente natural e justificada. Passa-se com o Vitória a mesma coisa que se passa com a própria cidade de Setúbal. Há 20 anos atrás, Setúbal tinha todas as condições para se transformar numa cidade modelo, em termos de urbanismo e qualidade de vida: dimensão adequada, espaço para se desenvolver harmoniosamente fora do centro, possibilidade fácil de recuperar o centro histórico e ligá-lo ao rio, condições naturais excepcionais, com o estuário do Sado aos pés, o mar em frente, a montanha ao lado, praias magníficas, frente de rio única, avenidas largas, praças suficientes, enfim, tudo ou quase tudo. Mas vieram os Mata Cáceres e outros artistas do poder local e transformaram Setúbal numa coisa caótica e aberrante, com urbanizações dignas de subúrbio africano, esculturas pseudomodernas horrendas, o triunfo do pato-bravismo, do mau gosto e da gestão sem planeamento nem ideias.
Também o futebol do Vitória chegou a encantar Portugal e a surpreender a Europa. Mas depois, as forças vivas da cidade, ou seja, os mesmos artistas que destruiram a beleza de Setúbal, tomaram conta do clube e demonstraram que eram tão bons a dirigi-lo como a fazer a cidade. Hoje a cidade é uma dor de alma e o clube um cadáver adiado. Que ninguém fale em injustiça."
quarta-feira, maio 9
sábado, maio 5
Design
quinta-feira, maio 3
Carmona Rodrigues
Quem espera novidades por parte dos “independentes” pode ver neste caso que tipo de “novidades” podem trazer os que não têm filiação partidária. Com este comentário não pretendemos insinuar que os independentes são “piores”. Apenas que não são melhores. São pessoas dadas às suas "circunstâncias". Uns melhores outros piores.Carmona tem, obviamente, toda a legitimidade para fazer o que fez: Recusar-se a abandonar o lugar de Presidente de Câmara. Mas o que Carmona não compreende é que acima do seu juízo particular está aquilo que é o interesse público. Neste caso o povo de Lisboa. E Carmona Rodrigues já não tem condições políticas para prosseguir o seu mandato com o minímo de sucesso. E nestes casos só devolver a voz aos eleitores é uma solução saudável.
Esperemos que os restantes vereadores façam o que o presidente não teve coragem ou discernimento para fazer.
quarta-feira, maio 2
Pela Clarificação

Marques Mendes esteve bem na posição que tomou hoje relativamente à CML e ao seu Presidente Carmona Rodrigues. Este assunto ameaçava tornar-se uma autentica trituradora da sua liderança. O povo de Lisboa também merecia sorte diferente. Eleger nova equipa parece ser a melhor solução para todos.
Esta exigência face aos autarcas promovida desde as ultimas autárquicas será talvez um dos maiores legados políticos deixados por Marques Mendes.
O nosso apoio à clarificação politica e da politica.
terça-feira, maio 1
domingo, abril 29
sexta-feira, abril 27
quarta-feira, abril 25
terça-feira, abril 24
Divulgação

Irá nessa data ser iniciado um ciclo de conferências com a participação do Senhor Pró-Reitor Raimundo Mendes da Silva e os Arquitectos Nuno Lopes, Álvaro Siza Vieira, Gonçalo Byrne, Vítor Mestre, João Mendes Ribeiro, em datas que iremos anunciar.
Na dupla qualidade de Coordenador (juntamente com o Professor Catedrático Jorge Bastos) do 6MRANU e de Presidente do ICOMOS (que apoia esta iniciativa) tenho o maior prazer em o/a convidar para a inauguração desta exposição e a assistir ao ciclo de conferências previstas.
segunda-feira, abril 23
sexta-feira, abril 20
Divulgação
(Sociedades de) Reabilitação Urbana:
Limitações e Potencialidades
Setúbal
Estalagem do Sado
18 e 19 de Maio
“O desenvolvimento económico e social e a qualidade ambiental, são vectores estratégicos para a competitividade das cidades à escala regional e internacional. A reabilitação urbana é, fruto do contexto histórico em que o País se encontra, um elemento central para promover o desenvolvimento de forma sustentada nas próximas décadas, pois envolve os mais diversos saberes e sectores de actividade: do planeamento urbano até à construção dos edifícios.
Reflectir sobre o contributo das diversas áreas disciplinares, na busca das melhores soluções para a reabilitação das cidades, assim como o papel a desempenhar pelas Sociedades de Reabilitação Urbana (SRU), neste processo, são o objectivo destas Jornadas.
Num momento em que estão a ser criadas expectativas de mudança nas políticas urbanas e de habitação, onde a reutilização do edificado existente é apontada como alternativa à construção nova, estas Jornadas são uma oportunidade de se fazer um balanço actual para o futuro da reabilitação urbana em Portugal.”
Paulo Pisco
Programa
18 de Maio Sexta-feira
Sessão de Abertura
Provedor da Santa Casa da Misericórdia
Fernando Cardoso Ferreira
Presidente da Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitectos
Leonor Cintra Gomes
Presidente da Câmara Municipal de Setúbal
Maria das Dores Meira
1-INTRODUÇÃO
“Enquadramento geral da problemática da Reabilitação Urbana em Portugal.”
Nuno Portas (Arquitecto/Urbanista)
2 – RE HABITAR A CIDADE
“A reabilitação como instrumento de identidade e coesão social nos centros urbanos.”
“Identidade, Património e Arquitectura”
João Rodeia (Arquitecto ex- Presidente do IPPAR)
Sarmento de Matos (Historiador)
Debate
Intervalo
“Habitação, Promoção e Construção”
Francisco Rocha Antunes (Consultor Imobiliário - Jonh Neild & Associados)
Pedro Dias Ferreira (SACHE Cooperativa de Habitação)
Fernando Mira Godinho (Arquitecto - Somague PMG)
Debate
Almoço Livre
“Que Comercio e Serviços para os centros urbanos?”
Teresa Barata Salgueiro (Centro de Estudos Geográficos / UL)
António Santos Machado (Arquitecto - Administrador da Spinarq /Sonae)
Debate
3 - PROPOSTAS PÚBLICAS, PARCEIROS PRIVADOS
“Enquadramento legal e novas formas de financiamento.”
Fundos de Gestão Imobiliária
Luísa Bordado (Arquitecta – Square Asset Management)
Intervalo
Problemáticas Jurídicas
Ana Martins de Sousa (Jurista – Administradora Porto Vivo)
Direitos e Deveres dos Cidadãos
José Luís Cunha (Jurista – Assessor da Provedoria da Justiça)
Debate
Encerramento do dia com Moscatel e Momento Musical
19 de Maio Sábado
4 - CIDADE (IN) SUSTENTÁVEL
“O papel da reabilitação na sustentabilidade das cidades.”
O Planeamento na Revitalização dos Centros Urbanos
Jorge Carvalho (Urbanista - UA)
A relevância dos Centros das Cidades na Sustentabilidade Urbana
Aline Delgado (Arquitecta -QUERCUS)
Susana Castelo (Engenheira – TIS: Consultores em Transportes, Inovação e Sistemas, SA)
Debate
Intervalo
Um olhar sobre a cidade – o social na reabilitação urbana
Isabel Guerra (ISCTE).
Maria João Freitas ( INH)
Almoço na Estalagem do Sado
5- A SOCIEDADE NA REABILITAÇÃO URBANA:
“As Sociedades de Reabilitação Urbana (SRU): Limitações e Potencialidades”
Modelo Institucional e Financeiro
Teresa do Passo de Sousa (Presidente do Conselho de Administração da SRU Ocidental de Lisboa)
Rui Quelhas (Conselho de Administração do Porto Vivo)
João Paulo Craveiro (Presidente do Conselho de Administração da Coimbra Viva)
Debate
Intervalo
Gestão e Execução Técnica nas SRU
Patrício Martins (Arquitecto - Porto Vivo)
Debate
ENCERRAMENTO
Helena Roseta (Presidente da Ordem dos Arquitectos)
João Ferrão (Secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades) – a confirmar
COMISSÕES
Cientifica:
Paulo Pisco (Arq. Doutorando Bolseiro do CESUR IST/UTL)
Ricardo Aboim Inglez (Arquitecto)
Ana Pinho (Arq. Doutoranda Bolseira do LNEC)
José Aguiar (Arq. Professor FA/UTL)
Organizadora:
Pela Santa Casa da Misericórdia de Setúbal
Sousa Pinto (Gestor de Marketing e Coordenação do Evento)
Paulo Pisco (Arq. Orientador Cientifico do Programa)
Ana Brandão (Arquitecta e Adjunta de Coordenação)
Maria de la Concepcion Gomez (Advogada e Adjunta de Coordenação)
João Direitinho (Estagiário e Adjunto de Coordenação)
Pela Ordem dos Arquitectos Secção Regional Sul
Ricardo Aboim Inglez (Arquitecto Vogal da OASRS)
Sílvia Leiria Viegas (Arquitecta Coordenadora de Formação)
Inscrições:
Nota: O Preço Inclui Documentação, Certificado de Participação, 4 “coffee breaks” e almoço de Sábado.
João Direitinho ou Arq. Ana Brandão
Tel. 265 520 969 ou 917267690
E-mail – ana.brandao@misericordiadesetubal.pt
Morada:
Santa Casa da Misericórdia de Setúbal
R. Acácio Barradas n.2
2900-197 Setúbal
quarta-feira, abril 18
domingo, abril 15
quinta-feira, abril 12
terça-feira, abril 10
O silêncio pode tornar-se ensurdecedor.
A não perder.
segunda-feira, abril 9
sexta-feira, abril 6
A Paixão de Cristo

O filme de Mel Gibsen é uma demonstração da Paixão de Cristo. Muito provavelmente a forma como Gibsen filma esta parte da vida de Jesus é mais próxima de realidade do que as anteriores. Para muitos é “violência gratuita” ou “carnificina”. Para outros apenas um pouco do seu sofrimento.
É, no entanto, um grande filme. Duro mas cheio de compaixão. Mostrando as vicissitudes da natureza humana no papel que cada personagem tem de assumir nesta história. Onde o sofrimento, tão pouco aceite nos nossos dias em que só se procura o prazer imediato, assume um papel na transcendência da condição humana.
Cada um coloca-se face à "Paixão" conforme o seu entendimento humano ou religioso, mas ninguém lhe consegue ficar indiferente. E por isso é, este pedaço da vida de Cristo, um dos momentos fundadores da nossa civilização.
A não perder hoje na RTP1.
quinta-feira, abril 5
Dúvidas, muitas dúvidas...

José Manuel Fernandes in Público de Hoje.
Gatos a "Partir"

A melhor forma de reponder a baboseiras é com uma valente gargalhada.
Obrigado Gatos Fedorentos.
quarta-feira, abril 4
segunda-feira, abril 2
OTA de novo.

José Manuel Viegas, professor catedrático em Transportes do departamento de Engenharia Civil do Instituto Superior Técnico.
Fernando Nunes da Silva, professor catedrático em Urbanismo e Transportes do departamento de Engenharia Civil e Arquitectura do Instituto Superior Técnico,
António Diogo Pinto, secretário-geral da Sociedade de Geografia de Lisboa,
Paulino Pereira professor associado em Urbanismo e Transportes do departamento de Engenharia Civil e Arquitectura do Instituto Superior Técnico,
Comandante Lima Bastos
Estes manifestaram, de diversas formas e em estilos e argumentos diferentes, razões contra a escolha do futuro Aeroporto na OTA.
A sua localização deve reforçar a centralidade de Lisboa no contexto internacional e por essa razão deve ser próxima (+de 25 Km já é muito);
Mas relativamente à escolha do local este deve:
ter espaço para se expandir (não estando condenado a 3 ou 4 décadas de vida);
ter condições técnicas de voo optimizadas (permitir o maior numero de voos em condições de segurança);
ter a melhor relação custo/beneficio;
ser um factor potenciador do desenvolvimento;
ser um factor de ordenamento do território.
Nenhuma destas questões tem na localização da OTA a melhor resposta.
Esta é uma solução cara, longe de Lisboa, pouco servida de acessibilidades (rodo/ferroviárias) sem condições de optimização de serviço e desordenadora do território, ao fazer crescer a “ grande Lisboa” para norte, quando ela está em fase de consolidação a sul.
Na margem Sul temos diversas hipóteses para a instalação do novo Aeroporto. Muitas para além de Rio Frio. Em tudo melhores que a da OTA.
O argumento da coesão territorial é um argumento que acrescentamos, aos já apresentados, a favor da localização a sul do Tejo.
Por tudo o que nos está a ser apresentado, por pessoas livres e competentes, na defesa daquilo que lhes parece ser o melhor para o País, pensamos que vale a pena parar para pensar.
Mais vale perder algum tempo (1ano?) e conseguir gastar menos e gastar melhor servindo melhor o futuro do País do que querer ir para a “frente” com um investimento sem sentido, futuro e dispendiosa.
sexta-feira, março 30
Portugal, um Retrato Social

Sempre tivemos, ao olhar para a história de Portugal, a sensação de que a partir das “Descobertas” Portugal começou a gerar três tipos de pessoas:
As “bem instaladas”, que tendo arriscado qualquer coisa faziam fortuna e voltavam dos seus feitos a favor da Coroa (primeiro na Índia, depois no Brasil e em Africa) e ficavam por cá vivendo dos rendimentos. Que na maior parte vezes eram mantidos pelos favores do Estado. Outras, as que se resignavam à sua condição desafortunada ou servil e por cá se arrastavam esperando a protecção dos primeiros. Os poderosos. E os terceiros que não se conformando com a sua condição deixavam o País para nunca mais voltar. Tornando seu o mundo que encontravam lá fora.
Existia uma ideia muito comum acima do Tejo, onde a propriedade sempre foi presente e mais repartida. A de que o primeiro filho homem herdava, o segundo ia para Padre e os restantes ou serviam os primeiros ou iam procurar fortuna para “fora”. Foi assim no “Império” e com a emigração. Durante o século XX, esta última, deu-se primeiro para o Brasil, de seguida para a América, Africa do Sul, Europa, conforme as zonas do País em que o “não instalado” se encontrava.
Os que foram ficando habituaram-se a gerir a pequena miséria, pois o País quase sempre foi pobre. De costas voltadas para a Europa, por antagonismo com o vizinho peninsular, mantivemos quase inalterado este casulo fechado sobre si próprio.
Muito do que temos ou tivemos de bom para oferecer aos outros foi descoberto pelos “Estrangeiros”, onde o vinho do Porto é uma dessas mais antigas marcas. Pouco dinheiro, pouca inovação, pouca visão. Quase nenhuma competição, pelo menos digna desse nome. O que existia era compadrio, cunha, influência ou corrupção. Gerando inveja, cobiça ou resignação. Não vontade de fazer ou vencer. Mas desejo de ocupar o lugar do outro. Não por o merecer, mas por o invejar.
A grande dependência do Estado aumentou e preservou esta situação até hoje. Nem a “Revolução” nem a “Integração Europeia”, conseguiram acabar com ela. Apesar de ser, nesta última que reside a única hipótese de transformação a este nível. Contrariamente a muitos que desconfiam da abertura proporcionada pela Comunidade Europeia, pensamos que só o confronto e a abertura ao exterior nos pode “salvar” desta nossa condição de mediocridade auto sustentada pelo medo de a perder. De arriscar. Por isso tantos de nós estão hoje a rumar para “fora”. E mais uma vez são os “mal instalados”. Mas agora são de dois tipos: os que passam mal e nada têm – os mais desqualificados - e os que acham que merecem mais do que o País tem para lhes oferecer – os mais qualificados.
A transformação, que AB descreveu, só nos parece possível verificando-se, em simultâneo, duas condições: aumentar a concorrência e diminuir o peso do Estado na economia. Tudo o resto será delas consequência.
Até a educação só será mais valorizada pela sociedade quando esta passar a ser efectivamente importante para realizar a distinção no mercado de trabalho. Enquanto o nome de família ou o servilismo forem mais importantes que a capacidade o mérito e a ousadia, será difícil mudar alguma coisa neste aspecto.
quinta-feira, março 29
quarta-feira, março 28
Wild at Heart
sábado, março 24
OTA
O programa "Prós e Contras" da RTP 1, do próximo dia 26 de Março, irá discutir o Aeroporto da OTA na perspectiva da Engenharia.

quarta-feira, março 21
Chegaram
terça-feira, março 20
As Origens da Arte

“Mais Humano que o Humano”
É o titulo deste primeiro programa. Começa com o problema da representação do corpo. Porque nos temos representado sempre de forma tão pouco “realista”? Havia que começar por uma das mais antigas representações humanas, a Vénus de Willendorf. Provinda de uma sociedade nómada, onde a fertilidade e a abundância de alimento, eram o centro da existência humana, representavam o que era a sua visão de uma mulher. Passando depois para a arte Egípcia, sedentária e agrária onde a ordem inalterada e cíclica se deveria manter. Sem qualquer alteração aos códigos existentes. De seguida a arte Grega, iniciada por aproximação à Egípcia rapidamente pretendeu chegar a um modelo “realística”. Mas a vontade de “exagerar” latente no ser humano criador, rapidamente impele os artistas para novas representações… sempre mais humanas que o próprio homem. Continuando até à contemporaneidade.
Muito interessante, a não perder durante toda semana.
As Origens Da Arte
Sinopse: Uma série documental em cinco episódios que nos leva numa viagem extraordinária através dos cinco continentes e ao longo de 100.000 anos e que nos conta a história como a arte antiga abriu o caminho para aquilo que é o nosso mundo actual. Acompanhando tudo desde pinturas rupestres até à cerâmica, desde as pirâmides até aos palácios, ícones a artefactos, esta excelente série revela a maneira como os humanos sempre fizeram arte.
Próximas Sessões:
21-03-2007 0:30:00
22-03-2007 0:30:00
23-03-2007 0:30:00
24-03-2007 1:00:00
segunda-feira, março 19
A Ronda da Noite

Agustina Bessa-Luís
in "A Ronda da Noite", Guimarães Editores, Lda, Lisboa, 2006, pp.88
domingo, março 18
Cavaco/Sócrates

Esperam-se novos acontecimentos…
quinta-feira, março 15
terça-feira, março 13
segunda-feira, março 12
Viver as Cidades

Um ciclo paralelo a uma exposição sobre o Programa Polis, no Pavilhão de Portugal, em Lisboa.
Almas Gémeas


“Santana Lopes insinua fundação de novo partido”
«No entanto, o social-democrata sublinhou que "o centro-direita não vai ficar como está actualmente", o que poderá passar pela criação de "novas organizações" ou "outra força eleitoral". Quanto aos nomes que darão voz a essa nova força, Santana Lopes diz que "existirão vários rostos". Em relação a si próprio, o antigo primeiro-ministro diz sentir-se bem no PSD e que tenciona manter o seu afastamento relativo da vida política activa, mas que não pretende alhear-se "dos debates que seja necessário travar". "Depois dos próximos combates, não sei se as diferenças não serão inultrapassáveis, não sei se para mim se para os outros", disse.»
«O presidente do PND, Manuel Monteiro, também antecipa mudanças na direita. "Não é possível a direita entender-se sem se dividir o que tem de se dividir", disse o ex-líder do CDS-PP. No seu antigo partido, Manuel Monteiro diz assistir a "lutas intestinas de projectos de poder pessoal", referindo-se a Paulo Portas.»
Manuel Monteiro tentou ganhar o CDS/PP a Paulo Portas e não conseguiu. Por altruísmo resolveu fundar um novo partido.
Santana Lopes de cada vez que não está muito bem com o seu PPD/PSD, sugere a possibilidade de poder vir a existir uma nova formação politica. Já se falou no passado de um novo partido: PSL, Partido Social Liberal ou Pedro Santana Lopes, para os amigos.
Sugerimos, com humildade, que tendo estas duas ilustres personagens chegado a tão comuns afinidades lancem um partido. Até propomos nome Partido Exclusivamente Pessoal, PEP. O problema depois será saber quem é o líder desta nova formação? Difícil, não?
Nos próximos tempos a tendência parece apontar para dois extremos: Um, os pequenos partidos, que se transformam em partidos uni pessoais e outro, os grandes que se transformam em verdadeiro “albergue espanhol” onde todos buscam “encosto” quando estão no governo e os largam quando não estão.
sábado, março 10
A VIDA ÍNTIMA DE UMA OBRA PRIMA

Un dimanche après-midi à l'Ile de la Grande Jatte
1884-86
é um programa/documentário em torno de um quadro. Dá-nos uma perspectiva completa da obra, do autor e da sua época. Debruçando-se bastante sobre as questões técnicas e estéticas da pintura para além da questão do tema, normalmente mais abordado, neste tipo de documentário "artístico".
O que estamos a ver é sobre Seurat e em torno da sua tela “Un dimanche après-midi à l'Ile de la Grande Jatte” onde a sua técnica “inovadora” o «Pontilhismo» é dissecado de forma muito interessante. Não só na sua dimensão pictórica mas também na cientifica, abordando a teoria da cor. Para além de mostrar o quanto o artista, apesar de inovador é tributário da cultura artística que o antecedeu. Neste quadro, o documentário estabelece um paralelo entre as sua figuras estáticas e a arte Egípcia, que fortemente o influenciaram e, neste quadro “domingueiro”, serviam para acentuar os códigos representativos que pretendia tornar evidentes nesta representação social de bem-estar.
A não perder. Muito bom para todos os amantes da Arte com A maiúsculo.
Sexta-feira na 2, pelas 23.30h.






















