sábado, junho 30
quarta-feira, junho 27
Goodbye Tony
terça-feira, junho 26
sábado, junho 23
Uma década
Luís Torgal
Já fez dez anos a nossa filha. Foi em 1997 que nasceu. Pelas 18.30. Num dia de calor. Muito calor. Tem sido, desde então, uma luz nas nossas vidas.
Parabéns Mariana.
Aqui fica uma flor.
sexta-feira, junho 22
Amarcord
A famíliaA senhora da tabacaria.

A "canalha"

Volpina
Amarcord é um belo filme. Aconselhável a nostálgicos. No dia em que o nosso pai faz 70 anos, foi uma espécie de prenda dada pela RTP1. Apesar de a hora ser muito tardia.
Este é um filme sobre uma realidade que definitivamente mudou. Que já não é reconhecivel pela grande maioria das novas gerações. Tendo nós vivido a infância já nos anos 70, o “ar do tempo”que se respira no filme está muito próximo das nossas memórias. O filme retrata os anos 30, infância de Fellini, o seu realizador. Apesar de ter sido realizado só nos inícios da década de 70. Existem um conjunto de aspectos que são semelhantes: A importância da família alargada, a convivência lenta da vizinhança, uma certa pobreza material mas uma enorme riqueza vivencial. Não nos referimos à multiplicidade de experiências - que não podiam existir num mundo essencialmente rural e provinciano de Rimini, vila natal de Fellini, onde se passa a acção - mas à sua intensidade.
Tudo o que é essencial aqui é retratado de forma exacerbada, quase caricatural.
A importância da família. A educação aparece, mais ligada à imagem dos professores do que aos seus conteúdos, no caso um pouco “absurdos”, no mínimo. Assim como as figuras que os tranmitiam.
A descoberta do amor e o desejo onde Gradisca, Volpina ou a senhora da tabacaria, ocupam o imaginário dos jovens que se perdem por qualquer forma mais voluptuosa.
A comunidade, a politica e a religiosa envolvente é aqui muito presente marcada. Vivia-se a ascensão do fascismo de Mussolini. Com tudo o que isso tem de risível.
Até o aparecimento desta “moda” então recente, das idas a banhos durante o verão é aqui retratada. È bom esclarecer que Rimini é actualmente o “Algarve” lá do sitio.
Mas tudo isto misturado com uma grande dose de “surrealismo” que marca as nossas memórias de infância. Mas (não) serão todas assim? Talvez. Mas a riqueza vivencial essa não sei se não se terá definitivamente perdido. Num mundo de experiências, só aparentemente mais diversificadas, a diversidade só chega quando estão sentados no sofá. E essa não sei se constituirá memória futura? Se chegará.
Mas Amarcord de Fellini é apesar de tudo um filme que poderá ajudar a perceber um mundo que deixou de existir, mas que ainda constitui a memória de muitos entre nós. Particularmente os do sul. Supomos. Num País que só há pouco deixou de ser essencialmente rural este universo ainda faz sentido. Hoje, e apesar de continuar provinciano tornou-se um gigantesco subúrbio. As memórias serão outras.
O filme, esse, uma delicia a não perder.
quinta-feira, junho 21
terça-feira, junho 19
segunda-feira, junho 18
Divulgação
Convite
Por um lado, os investimentos a concretizar na área da península de Setúbal, não só nas infra-estruturas da cidade aeroportuária mas também na construção das acessibilidades, podem ser decisivos no arranque do desenvolvimento económico e na criação de emprego numa região que como é sabido apresenta índices baixos de empregabilidade. É portanto uma oportunidade para a Península de Setúbal e para as empresas aqui sediadas que poderão beneficiar das acessibilidades construídas e os impactos financeiros podem vir a revelar-se na região de uma forma positiva.
Por outro lado, nesta região que tem apresentado os indicadores mais excelsos de protecção e de preocupações ambientais, a zona de Alcochete localizado nas bacias sedimentares do rio Tejo e do rio Sado que inclui algumas zonas especiais de protecção da natureza europeia, ganhou em 2004 o Prémio de Defesa Nacional e Ambiente e está próximo a uma rota de migração de aves pelo que o impacto que a construção de um aeroporto e a sua utilização pode acarretar são assuntos que importa acautelar e discutir com maior ou menor profundidade.
Considerando estes aspectos, a do desenvolvimento económico e a defesa estrita de uma política ambiental, a LASA entende que este assunto é de grande interesse público e da maior actualidade. E uma vez que a proximidade dos meses de Verão não permitiria discuti-lo senão próximo do fim do ano, numa altura em que deverão estarem concluídos os estudos e tomada uma decisão, a LASA considera oportuno neste momento, fazer uma discussão pública sobre os reflexos e os impactos que a construção de um novo aeroporto na margem Sul implicará sobre todos os nós.
Entende também a Lasa que o debate deverá servir para esclarecer algumas das questões mais importantes que rodeiam o assunto, caso dos temas da ecologia e do ambiente, do tráfego aéreo e do direito e também a clarificação de outros locais apropriados e identificados como alternativas à solução OTA.
Assim, a Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão vai promover um debate público sobre a construção do novo aeroporto na margem Sul, em Julho. Pretendemos ouvir os Setubalenses e Azeitonenses, as instituições da cidade e do concelho, para além de instituições representativas do distrito. Deverá ser uma primeira discussão pública de natureza mais genérica a que se deverá seguir no final do corrente ano de uma outra, mais específica.
A Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão convida V.EX.ª a estar presente no debate sobre a “Construção do Novo Aeroporto na Margem Sul”, a realizar no dia 3 de Julho pelas 21 horas no Clube Setubalense. Serão oradores no debate, o General Lemos Ferreira, o Professor Paulino Pereira e o Professor José Manuel Palma.
Esperando contar com a vossa honrosa presença na iniciativa, apresentamos os nossos mais sinceros cumprimentos.
Setúbal, Cidade do Rio Azul, 15 de Junho de 2007
Pela Direcção
Carlos Alberto Pires da Silveira
Presidente "
"A recente decisão do Governo de efectuar um novo estudo para a análise comparativa da localização futura do aeroporto que substituirá a Portela, e claramente referindo Alcochete como essa alternativa, levanta questões importantes para a região e naturalmente para a sua capital de distrito que é a cidade de Setúbal.
A capacidade potenciadora do investimento e de desenvolvimento económico que um equipamento deste tipo comporta exige que sejamos esclarecidos sobre causas e efeitos e sobre todos os factores presentes e que estão subjacentes à construção deste equipamento, caso naturalmente se venha a concretizar na margem Sul do País.
Por um lado, os investimentos a concretizar na área da península de Setúbal, não só nas infra-estruturas da cidade aeroportuária mas também na construção das acessibilidades, podem ser decisivos no arranque do desenvolvimento económico e na criação de emprego numa região que como é sabido apresenta índices baixos de empregabilidade. É portanto uma oportunidade para a Península de Setúbal e para as empresas aqui sediadas que poderão beneficiar das acessibilidades construídas e os impactos financeiros podem vir a revelar-se na região de uma forma positiva.
Por outro lado, nesta região que tem apresentado os indicadores mais excelsos de protecção e de preocupações ambientais, a zona de Alcochete localizado nas bacias sedimentares do rio Tejo e do rio Sado que inclui algumas zonas especiais de protecção da natureza europeia, ganhou em 2004 o Prémio de Defesa Nacional e Ambiente e está próximo a uma rota de migração de aves pelo que o impacto que a construção de um aeroporto e a sua utilização pode acarretar são assuntos que importa acautelar e discutir com maior ou menor profundidade.
Considerando estes aspectos, a do desenvolvimento económico e a defesa estrita de uma política ambiental, a LASA entende que este assunto é de grande interesse público e da maior actualidade. E uma vez que a proximidade dos meses de Verão não permitiria discuti-lo senão próximo do fim do ano, numa altura em que deverão estarem concluídos os estudos e tomada uma decisão, a LASA considera oportuno neste momento, fazer uma discussão pública sobre os reflexos e os impactos que a construção de um novo aeroporto na margem Sul implicará sobre todos os nós.
Entende também a Lasa que o debate deverá servir para esclarecer algumas das questões mais importantes que rodeiam o assunto, caso dos temas da ecologia e do ambiente, do tráfego aéreo e do direito e também a clarificação de outros locais apropriados e identificados como alternativas à solução OTA.
Assim, a Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão vai promover um debate público sobre a construção do novo aeroporto na margem Sul, em Julho. Pretendemos ouvir os Setubalenses e Azeitonenses, as instituições da cidade e do concelho, para além de instituições representativas do distrito. Deverá ser uma primeira discussão pública de natureza mais genérica a que se deverá seguir no final do corrente ano de uma outra, mais específica.
A Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão convida V.EX.ª a estar presente no debate sobre a “Construção do Novo Aeroporto na Margem Sul”, a realizar no dia 3 de Julho pelas 21 horas no Clube Setubalense. Serão oradores no debate, o General Lemos Ferreira, o Professor Paulino Pereira e o Professor José Manuel Palma.
Esperando contar com a vossa honrosa presença na iniciativa, apresentamos os nossos mais sinceros cumprimentos.
Setúbal, Cidade do Rio Azul, 15 de Junho de 2007
Pela Direcção
Carlos Alberto Pires da Silveira
Presidente "
domingo, junho 17
terça-feira, junho 12
segunda-feira, junho 11
Maldito Status

Parece que o dito nos dá cabo da existência. Hoje vamos ter o início de uma série sobre o assunto, que parece valer a pena. A ver vamos.
Na RTP2 pelas 23.45h.
Titulo: Mundos: A Ansiedade Do Status
Sinopse: Somos mais ricos do que nunca. Vivemos mais tempo, temos mais bens e perdemo-nos em grandes luxos. Então, porque não conseguimos ser mais felizes?! Contudo, existe uma preocupação acima de tudo que nos consegue tirar o sono: "o status". Terei sucesso? Será que tenho o carro e as roupas certas? Será que as pessoas pensam que sou um falhado?
Série documental de Alain de Botton, escritor e apresentador de televisão.
Divulgação
A Ad Urbem está a promover um encontro para apresentação e discussão dos projectos de revisão em curso dos diplomas legais do urbanismo e da construção, intitulada, Jornadas de Direito do Urbanismo e da Construção "Os novos regimes legais".
As jornadas realizar-se-ão no próximo dia 14 de Junho, no Auditório principal do LNEC, Laboratório Nacional de Engenharia Civil, na Av. do Brasil, n.º 101, em Lisboa.
Neste momento encontram-se em fase final de aprovação vários diplomas que vão alterar substancialmente o direito do urbanismo e da construção, nomeadamente:- a proposta de lei n.º 116/X/2, respeitante ao regime jurídico de qualificação profissional exigível aos técnicos responsáveis pela elaboração e subscrição de projectos, pela fiscalização de obra e pela direcção de obra;- o projecto de revisão do Decreto-Lei n.º 38382, Regulamento Geral das Edificações Urbanas; - a proposta de revisão do Decreto-Lei n.º 380/99, respeitante ao regime jurídico dos instrumentos degestão territorial;- a proposta de revisão do Decreto-Lei n.º 555/99, respeitante ao regime jurídico de urbanização e edificação.A Direcção da Ad Urbem propõem-se assim realizar um encontro para apresentação e discussão das referidas propostas de lei.
A entrada é livre. Por razões de ordem logística, pede-se a todos os interessados que se inscrevam previamente, por fax ou por correio electrónico, para os contactos da Ad Urbem.
Para mais informações:www.adurbem.pt
Telf. 21 844 37 92 / Fax. 21 844 30 28
Email: adurbem@mail.telepac.pt
domingo, junho 10
10 de Junho

Assistimos pela primeira vez às comemorações do 10 de Junho. Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. Foi, para nós, um privilégio vê-las em Setúbal. Um orgulho.
Sei como somos, enquanto povo, avessos a comemorações ou celebrações. Como refere hoje João Bénard da Costa (também Presidente da Comissão das Comemorações), na sua “Casa Encantada” no Jornal Público: “O que sucede é que somos gente que tem sempre alguma vergonha de comemorar seja o que for.” E nestas coisas ou se assume a “retórica” própria do acto ou … nada feito. É obvio que, como quase tudo o que é evocativo, pode ser facilmente exposto ao ridículo. E juntar um conjunto de “notáveis” do Estado, e neste caso, também do Município e pôr a desfilar umas Forças Armadas onde ainda se exibem peças de Infantaria que são dignas de um Museu, são coisas facilmente criticáveis.
No entanto é importante valorizar e saber que as ditas Forças Armadas Portuguesas (FAP) se encontram espalhadas em vários “teatros de guerra” ou de manutenção da Paz espalhados pelo mundo. Não somos dos que pensam que a FAP são apenas um peso do passado no Orçamento de Estado. Antes pelo contrário.
Outro dos aspectos importantes deste dia foi justamente o brilhante discurso proferido por João Bénard da Costa (JBC) a propósito da cidade de Setúbal. É uma peça, eventualmente tão literária quanto histórica, mas de invulgar erudição. Pode-se dizer que anda longe da realidade actual, de uma análise objectiva. Mas não será também assim que se constroem os lugares? Não é pelas várias expressões culturais e artísticas que conhecemos tanta coisa que nunca experimentamos realmente? E não é, por vezes, a metáfora a melhor forma de descrever a realidade? Assim fez JBC.
Por último do ponto de vista local foi um ganho. A Setúbal fazem bem iniciativas que nos “puxem para cima”. E esta iniciativa do Presidente da Republica foi a prova disso mesmo - ao qual a Câmara Municipal respondeu condignamente. Contrariando a teoria do “deserto” daqui saiu hoje uma outra imagem de Setúbal para o resto do País.
Sei como somos, enquanto povo, avessos a comemorações ou celebrações. Como refere hoje João Bénard da Costa (também Presidente da Comissão das Comemorações), na sua “Casa Encantada” no Jornal Público: “O que sucede é que somos gente que tem sempre alguma vergonha de comemorar seja o que for.” E nestas coisas ou se assume a “retórica” própria do acto ou … nada feito. É obvio que, como quase tudo o que é evocativo, pode ser facilmente exposto ao ridículo. E juntar um conjunto de “notáveis” do Estado, e neste caso, também do Município e pôr a desfilar umas Forças Armadas onde ainda se exibem peças de Infantaria que são dignas de um Museu, são coisas facilmente criticáveis.
No entanto é importante valorizar e saber que as ditas Forças Armadas Portuguesas (FAP) se encontram espalhadas em vários “teatros de guerra” ou de manutenção da Paz espalhados pelo mundo. Não somos dos que pensam que a FAP são apenas um peso do passado no Orçamento de Estado. Antes pelo contrário.
Outro dos aspectos importantes deste dia foi justamente o brilhante discurso proferido por João Bénard da Costa (JBC) a propósito da cidade de Setúbal. É uma peça, eventualmente tão literária quanto histórica, mas de invulgar erudição. Pode-se dizer que anda longe da realidade actual, de uma análise objectiva. Mas não será também assim que se constroem os lugares? Não é pelas várias expressões culturais e artísticas que conhecemos tanta coisa que nunca experimentamos realmente? E não é, por vezes, a metáfora a melhor forma de descrever a realidade? Assim fez JBC.
Por último do ponto de vista local foi um ganho. A Setúbal fazem bem iniciativas que nos “puxem para cima”. E esta iniciativa do Presidente da Republica foi a prova disso mesmo - ao qual a Câmara Municipal respondeu condignamente. Contrariando a teoria do “deserto” daqui saiu hoje uma outra imagem de Setúbal para o resto do País.
Setúbal
quinta-feira, junho 7
quarta-feira, junho 6
domingo, junho 3
António Barreto

Hoje no Público AB reflecte sobre "A desumanidade da sociedade civil". Vale a pena pensar nisto:
«"Uma esmola dada a um pobre é mais um dia de atraso na revolução", terá dito Lenine ou um dos seus amigos. A esquerda (na qual incluo todas as espécies ditas racionalistas, republicanas, laicas, socialistas ou comunistas) viveu sempre em combate contra a caridade. A seu favor, fica o papel crucial que desempenhou no reconhecimento dos direitos sociais e da igualdade entre todos os cidadãos. Assim como o seu contributo para a criação do Estado-providência. Mas, a seu desfavor, fica a desumanização da assistência aos desprotegidos. O Estado não é eficiente, nem acode rapidamente. Sobretudo, o Estado não é capaz de trazer o que muitas vezes é essencial: o apoio humano, o conforto afectivo e a esperança.ue o Estado não seja capaz de humanidade, não é para admirar. Mas que grande parte dos seus técnicos e funcionários também o não seja, já deixa a desejar. As instituições parecem feitas para enquadrar e regulamentar, não para agir individualmente, com a humana generosidade que, muitas vezes, faz tanta ou mais falta do que o alimento ou o abrigo. Mais ainda: nessa enorme constelação de agências de voluntários, são poucas as organizações e poucas as pessoas que se dedicam a estas sacrificadas actividades por mero espírito de solidariedade laica. Para se dedicarem ao exibicionismo, ao dinheiro e à competitividade, os laicos entregam ao Estado as actividades de protecção e de solidariedade. Pode a sociedade civil distinguir-se pelas liberdades e pela igualdade. Mas falhou radicalmente na fraternidade. »
Laranja Mecânica

Este filme de Stanley Kubrick, baseado em livro de Anthony Burgess, lançado em 1971, é considerado por muitos a sua obra prima. Retrata a violência como condição intrinsecamente humana. Mas evidencia a forma como e “Estado” se pode tornar ainda mais violento ao tentar “desumanizar” quem pretende corrigir. Verdadeiramente paradoxal esta relação entre Estado "corrector" e Individuo prevaricador. Quem será mais violento ?
Filme a não perder hoje na RTP1.
sábado, junho 2
quarta-feira, maio 30
segunda-feira, maio 28
Reabilitar a Cidade

Aconteceu nos passados dias 18 e 19 de Maio algo de raro. Estiveram reunidos em Setúbal cerca de 100 personalidades de todo o País – do Porto a Faro – para reflectirem sobre políticas urbanas. Este encontro denominado «Jornadas Nacionais, (Sociedades de) Reabilitação Urbana: Limitações e Potencialidades» conseguiu, para além de uma abrangência territorial, congregar um conjunto muito alargado de áreas profissionais e disciplinares, assim como diversos organismos e empresas: públicos e privados. Aí se abordou a temática referida segundo várias perspectivas: do planeamento à construção passando pelo património cultural, comércio e sustentabilidade. Onde estiveram também representantes de várias Sociedades de Reabilitação Urbana (SRU), que partilharam, com os presentes, os caminhos (diversos) percorridos até agora. Este evento teve ainda a particularidade de “nascer” a partir da “sociedade civil”. Organizado por duas instituições com naturezas distintas – Santa Casa da Misericórdia de Setúbal e Ordem dos Arquitectos – mas com o interesse comum no aprofundamento deste tema. Tendo este evento sido apoiado por muitas outras entidades e ordens profissionais.
Apesar de este ser um problema que interessa particularmente a Setúbal, o debate orientou-se para as diversas realidades do território nacional. O objectivo principal foi realizar um balanço actual sobre a reabilitação urbana em Portugal. Tão importante como olhar a realidade local é alargar o horizonte, partilhar experiências e pontos de vista. Foi o que fizemos com diversos profissionais e académicos de vários pontos do País. É necessário pensar global para agir localmente.

Desta troca pudemos concluir o que já intuíamos. Se a incerteza é um dado cada vez mais adquirido para quase tudo, no contexto da reabilitação urbana, ela é ainda maior. A cidade é por definição o lugar onde tudo acontece, mas perante esta enorme complexidade o que devemos fazer? Como poderemos orientar uma política urbana com estes pressupostos? Deveremos ficar apenas a observar? Pensamos que não. Devemos planear para melhorar a realidade. Mas como?
Hoje planear uma cidade já não é elaborar um plano em papel, realizado por uma equipa de gente mais ou menos sábia. Planear positivamente sobre a realidade só é possível se todos a quem se dirige se envolverem na mudança. Não necessariamente através de consensos mas da convergência de interesses, onde o interesse público deve sempre prevalecer. Para que isso possa acontecer pensamos ser indispensável envolver, reflectir, propor, e depois agir sobre a cidade. Por esta ordem. Nasce do desejo de mudança a necessidade de mudar. Mas a incerteza e a complexidade devem ser trazidos para o “interior” dos processos e das organizações. Não se deve partir para um processo de reabilitação urbana a partir de uma organização. Mesmo se esta for uma empresa. Deve-se antes perguntar à cidade o que é que esta “deseja ser” e depois tentar perceber como satisfazer “esse desejo”.
Se estivermos a falar do seu centro urbano ou “histórico”, pouco podemos fazer por este se não pensarmos primeiro na cidade, no seu conjunto. Só depois de sabermos o que esta quer ser poderemos dizer às suas diversas “partes” como podem contribuir para o seu todo.
Numa cidade como Setúbal o conceito de reabilitação urbana faz sentido ser aprofundado e não só no seu centro. Mas reabilitar a zona da “baixa” da cidade não se pode cingir a um plano ou mesmo a uma nova empresa. Primeiro deve-se saber o que se quer e só depois procurar como o realizar. A forma correcta de o fazer é o nosso “ovo de Colombo” no futuro próximo. Sejamos tão criativos quanto o foi o navegador.
Publicado hoje no Jornal de Setúbal
domingo, maio 27
sexta-feira, maio 25
quarta-feira, maio 23
Divulgação

Amigos
O Concurso Literário Manuel Maria Barbosa du Bocage,
é o mais importante certame que a Lasa leva a efeito ao longo do ano. Nos anos anteriores, o concurso teve a participação de autores de Portugal, de Moçambique, do Luxemburgo, da França, dos Estados Unidos e uma grande participação dos autores brasileiros que nos três últimos anos venceram por duas vezes o Prémio principal do concurso. Tem-se realizado assim a vocação internacional deste concurso que ultrapassou claramente as fronteiras nacionais para se afirmar cada vez mais como um certame que, para além de homenagear a figura mais emblemática da história cultural da cidade, tem procurado incentivar a criatividade e fomentar o aparecimento de novos valores no campo da Poesia e Ensaio.
Muito deste sucesso deve-se à generosa participação dos elementos do Júri que com inegável competência têm sabido analisar pormenorizadamente os trabalhos concorrentes segundo critérios de qualidade e escolher os que darão a garantia da excelência do concurso. Para o IX Concurso(2007) o júri é constituído por:
Professor Doutor Luís Maria Pedrosa dos Santos Graça - Professor Auxiliar da Universidade Católica.
Professora Doutora Laurinda Abreu - Professora Auxiliar da Universidade de Évora.
Jorge de Morais - Investigador(História e Estudos Ingleses), Jornalista e Escritor.
Comemorar Bocage, é também lançar pontes de solidariedade e de união entre os povos que falam a mesma língua, razão pela qual, o Concurso é extensivo aos poetas dos Países de Língua Oficial Portuguesa-PALOP .
Contudo o êxito de uma iniciativa destas tem a ver também com a forma como se divulgam e se publicitam a natureza do concurso, o regulamento e outros aspectos do mesmo.
Tentando atingir todos os públicos e os possíveis candidatos ao concurso, e para além dos canais habituais de divulgação que utilizamos, pedíamos a vocês que divulgassem o mesmo junto dos vossos amigos, das vossas organizações ou onde achassem importante fazê-lo.
Desde já o meu muito obrigado e como sempre estou ao dispôr para qualquer esclarecimento ou dúvidas sobre o concurso.
Carlos Silveira
Lasa
LASA
Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão
PRÉMIO LITERÁRIO
MANUEL MARIA BARBOSA DU BOCAGE
9.ª Edição
PROMOTOR
Lasa - Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão
Concorrentes
Autores de Língua Portuguesa
Modalidade e Prémios
O Prémio monetário nas modalidades de Poesia e Ensaio será de 1500 euros para cada uma delas. O Prémio monetário nas modalidade Revelação será de 1000 euros. A cada autor dos trabalhos premiados serão atribuídos 50 exemplares da edição promovida pela LASA.
DATAS
Limite para a entrega dos trabalhos: 10 de Julho de 2007. Entrega dos prémios: 15 de Setembro de 2007- Dia de Bocage e da Cidade.
Regulamento disponível por pedido para:
LASA - Apartado 292, 2901-901 Setúbal, Portugal
Telef./Fax: +351265235000
Email: info@lasa.pt
Consulte a informação no site Lasanet em www.lasa.pt
É indispensável consultar o Regulamento
Setúbal, Cidade do Rio Azul, 16 de Abril de 2007
Pela Direcção
Carlos Alberto Pires da Silveira
Presidente
IX CONCURSO LITERÁRIO “MANUEL MARIA BARBOSA DU BOCAGE”
CONCURSO DE POESIA E DE ENSAIO
2007
REGULAMENTO
Art.º 1º - Objectivos
1 – A Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão (LASA) leva a efeito, no ano de 2007, o IX Concurso Literário “Manuel Maria Barbosa du Bocage”- Concurso de Poesia e Ensaio, como forma de promover a criatividade no campo da poesia e do ensaio, de incentivar o aparecimento de novos valores e de divulgar a obra deste grande Poeta Nacional, nascido em Setúbal - Cidade do Rio Azul, e homenageando os 242 anos do seu nascimento.
Art.º 2º - Modalidades.
1 - Os prémios são atribuídos nas modalidades de Poesia, Ensaio e Revelação.
1.1 - A modalidade de Poesia contempla qualquer versão inédita, de tema livre, em poesia, com os limites entre 20 e 30 páginas dactilografadas, em formato A4.
1.2 - A modalidade de Ensaio contempla texto em prosa, inédito, que aborde a Temática Bocagiana ou Estudo Livre de Temática Local, de âmbito histórico-cultural, com os limites entre 15 e 30 páginas dactilografadas, em formato A4.
1.3 - A modalidade Revelação contempla trabalho inédito, com os limites entre 5 e 10 páginas dactilografadas, em formato A4, em qualquer das duas anteriores modalidades, produzido por jovens com idade até 20 anos, completados até 15 de Setembro de 2007.
1.4 - Os trabalhos apresentar-se-ão agrafados com as folhas numeradas ou com as folhas presas por qualquer outro processo similar, devendo obedecer às seguintes normas de apresentação:
1.4.1 – A letra a utilizar será do tipo “times new roman” ou equivalente, com 12 como tamanho mínimo.
1.4.2 – A separação entre linhas terá o mínimo de 1,5 espaços.
1.4.3 – Nas modalidades de poesia, um poema poderá ocupar mais do que uma página, mas não poderá haver mais do que um poema por página.
Art.º 3º Apresentação de Candidaturas.
1 - Cada candidato só pode concorrer a uma das três categorias.
2 – É possível o mesmo concorrente concorrer com vários trabalhos. Contudo cada trabalho concorrente deverá ter um pseudónimo diferente e respeitar sempre o ponto 1.
3 - Poderão concorrer todos os autores de Língua Portuguesa.
4 - Os trabalhos concorrentes, obrigatoriamente em língua portuguesa, deverão manter-se inéditos até à sua publicação em livro, nos termos do regulamento.
5 - Os trabalhos deverão ser enviados até ao dia 10 de Julho de 2007 (data de correio) e dirigidos a:
Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão
Apartado 292
2901- 901 SETÚBAL
6 - Os originais dos trabalhos deverão ser enviados em quatro exemplares, assinados com pseudónimo, mencionando a categoria a que concorrem, para a direcção indicada no número anterior e com a indicação” Concurso Literário Manuel Maria Barbosa du Bocage”.
7 - Cada trabalho será acompanhado de sobrescrito lacrado contendo no exterior o pseudónimo do autor e, no interior, uma ficha de identificação com os seguintes elementos: nome, idade, nacionalidade, naturalidade, profissão, local de residência, telefone, fax, telemóvel ou endereço electrónico e fotocópia do Bilhete de Identidade.
8 - Não poderão ser candidatos a este concurso os vencedores das duas edições anteriores, nem os elementos dos Corpos Sociais da LASA nem os membros do júri.
Art.º 4º- Organização
1 - Só serão abertos os sobrescritos de identificação relativos aos trabalhos premiados, após decisão do júri.
2 - Se o concorrente desejar a devolução do respectivo trabalho, deverá enviar junto com o mesmo um envelope devidamente franquiado, devendo no endereço constar o pseudónimo utilizado para o concurso.
Art.º 5º- Júri
1 - Os prémios serão atribuídos por um júri de selecção, que avaliará todas as composições literárias concorrentes.
2 - O júri será constituído por três elementos convidados pela Direcção da LASA.
3 - A atribuição dos prémios, um para cada categoria, será decidida por maioria de votos, reservando – se ao júri o direito de não atribuir prémio em qualquer das modalidade se a qualidade das composições assim o justificar.
Art.º 6º Divulgação dos Prémios.
1 - A decisão do júri, de que não haverá recurso, será tornada pública e divulgada junto dos órgãos e comunicação social e no site da LASA, em www.lasa.pt.
2 - A apresentação dos trabalhos premiados será efectuada no dia 15 de Setembro, Dia de Bocage , em sessão pública.
3 - A entrega dos prémios será efectuada pessoalmente aos vencedores ou aos seus representantes, desde que possuidores de procuração notarial (condição obrigatória), na sessão pública referida no número anterior.
Art.º 7º - Prémios
1 - Os trabalhos vencedores em cada uma das modalidades serão publicados em livro pela LASA, a quem pertencem os respectivos direitos relativamente à primeira edição, que terá uma tiragem não superior a 500 exemplares.
2 - A cada autor dos trabalhos premiados serão atribuídos cinquenta exemplares da edição promovida pela LASA e um prémio monetário.
3 - O prémio monetário nas modalidade de Poesia e Ensaio será de 1.500 euros para cada uma delas.
4 - O prémio monetário na modalidade Revelação será de 1.000 euros.
5 - Não haverá prémios ex- aequo.
Art.º 8º - Considerações Finais.
1 - Em caso de não levantamento do prémio, o seu valor reverterá a favor da LASA ou de instituição a favor da qual a entidade promotora do concurso decida.
2 - Os casos omissos e as dúvidas de interpretação deste “Regulamento” serão resolvidas pelo Júri, que, para questões não relacionadas com o conteúdo ou forma dos trabalhos concorrentes, poderá ouvir a Direcção da LASA.
3 - Uma vez enviados os trabalhos, considera-se que os concorrentes conhecem e aceitam as cláusulas do presente “Regulamento “.
Muito deste sucesso deve-se à generosa participação dos elementos do Júri que com inegável competência têm sabido analisar pormenorizadamente os trabalhos concorrentes segundo critérios de qualidade e escolher os que darão a garantia da excelência do concurso. Para o IX Concurso(2007) o júri é constituído por:
Professor Doutor Luís Maria Pedrosa dos Santos Graça - Professor Auxiliar da Universidade Católica.
Professora Doutora Laurinda Abreu - Professora Auxiliar da Universidade de Évora.
Jorge de Morais - Investigador(História e Estudos Ingleses), Jornalista e Escritor.
Comemorar Bocage, é também lançar pontes de solidariedade e de união entre os povos que falam a mesma língua, razão pela qual, o Concurso é extensivo aos poetas dos Países de Língua Oficial Portuguesa-PALOP .
Contudo o êxito de uma iniciativa destas tem a ver também com a forma como se divulgam e se publicitam a natureza do concurso, o regulamento e outros aspectos do mesmo.
Tentando atingir todos os públicos e os possíveis candidatos ao concurso, e para além dos canais habituais de divulgação que utilizamos, pedíamos a vocês que divulgassem o mesmo junto dos vossos amigos, das vossas organizações ou onde achassem importante fazê-lo.
Desde já o meu muito obrigado e como sempre estou ao dispôr para qualquer esclarecimento ou dúvidas sobre o concurso.
Carlos Silveira
Lasa
LASA
Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão
PRÉMIO LITERÁRIO
MANUEL MARIA BARBOSA DU BOCAGE
9.ª Edição
PROMOTOR
Lasa - Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão
Concorrentes
Autores de Língua Portuguesa
Modalidade e Prémios
O Prémio monetário nas modalidades de Poesia e Ensaio será de 1500 euros para cada uma delas. O Prémio monetário nas modalidade Revelação será de 1000 euros. A cada autor dos trabalhos premiados serão atribuídos 50 exemplares da edição promovida pela LASA.
DATAS
Limite para a entrega dos trabalhos: 10 de Julho de 2007. Entrega dos prémios: 15 de Setembro de 2007- Dia de Bocage e da Cidade.
Regulamento disponível por pedido para:
LASA - Apartado 292, 2901-901 Setúbal, Portugal
Telef./Fax: +351265235000
Email: info@lasa.pt
Consulte a informação no site Lasanet em www.lasa.pt
É indispensável consultar o Regulamento
Setúbal, Cidade do Rio Azul, 16 de Abril de 2007
Pela Direcção
Carlos Alberto Pires da Silveira
Presidente
IX CONCURSO LITERÁRIO “MANUEL MARIA BARBOSA DU BOCAGE”
CONCURSO DE POESIA E DE ENSAIO
2007
REGULAMENTO
Art.º 1º - Objectivos
1 – A Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão (LASA) leva a efeito, no ano de 2007, o IX Concurso Literário “Manuel Maria Barbosa du Bocage”- Concurso de Poesia e Ensaio, como forma de promover a criatividade no campo da poesia e do ensaio, de incentivar o aparecimento de novos valores e de divulgar a obra deste grande Poeta Nacional, nascido em Setúbal - Cidade do Rio Azul, e homenageando os 242 anos do seu nascimento.
Art.º 2º - Modalidades.
1 - Os prémios são atribuídos nas modalidades de Poesia, Ensaio e Revelação.
1.1 - A modalidade de Poesia contempla qualquer versão inédita, de tema livre, em poesia, com os limites entre 20 e 30 páginas dactilografadas, em formato A4.
1.2 - A modalidade de Ensaio contempla texto em prosa, inédito, que aborde a Temática Bocagiana ou Estudo Livre de Temática Local, de âmbito histórico-cultural, com os limites entre 15 e 30 páginas dactilografadas, em formato A4.
1.3 - A modalidade Revelação contempla trabalho inédito, com os limites entre 5 e 10 páginas dactilografadas, em formato A4, em qualquer das duas anteriores modalidades, produzido por jovens com idade até 20 anos, completados até 15 de Setembro de 2007.
1.4 - Os trabalhos apresentar-se-ão agrafados com as folhas numeradas ou com as folhas presas por qualquer outro processo similar, devendo obedecer às seguintes normas de apresentação:
1.4.1 – A letra a utilizar será do tipo “times new roman” ou equivalente, com 12 como tamanho mínimo.
1.4.2 – A separação entre linhas terá o mínimo de 1,5 espaços.
1.4.3 – Nas modalidades de poesia, um poema poderá ocupar mais do que uma página, mas não poderá haver mais do que um poema por página.
Art.º 3º Apresentação de Candidaturas.
1 - Cada candidato só pode concorrer a uma das três categorias.
2 – É possível o mesmo concorrente concorrer com vários trabalhos. Contudo cada trabalho concorrente deverá ter um pseudónimo diferente e respeitar sempre o ponto 1.
3 - Poderão concorrer todos os autores de Língua Portuguesa.
4 - Os trabalhos concorrentes, obrigatoriamente em língua portuguesa, deverão manter-se inéditos até à sua publicação em livro, nos termos do regulamento.
5 - Os trabalhos deverão ser enviados até ao dia 10 de Julho de 2007 (data de correio) e dirigidos a:
Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão
Apartado 292
2901- 901 SETÚBAL
6 - Os originais dos trabalhos deverão ser enviados em quatro exemplares, assinados com pseudónimo, mencionando a categoria a que concorrem, para a direcção indicada no número anterior e com a indicação” Concurso Literário Manuel Maria Barbosa du Bocage”.
7 - Cada trabalho será acompanhado de sobrescrito lacrado contendo no exterior o pseudónimo do autor e, no interior, uma ficha de identificação com os seguintes elementos: nome, idade, nacionalidade, naturalidade, profissão, local de residência, telefone, fax, telemóvel ou endereço electrónico e fotocópia do Bilhete de Identidade.
8 - Não poderão ser candidatos a este concurso os vencedores das duas edições anteriores, nem os elementos dos Corpos Sociais da LASA nem os membros do júri.
Art.º 4º- Organização
1 - Só serão abertos os sobrescritos de identificação relativos aos trabalhos premiados, após decisão do júri.
2 - Se o concorrente desejar a devolução do respectivo trabalho, deverá enviar junto com o mesmo um envelope devidamente franquiado, devendo no endereço constar o pseudónimo utilizado para o concurso.
Art.º 5º- Júri
1 - Os prémios serão atribuídos por um júri de selecção, que avaliará todas as composições literárias concorrentes.
2 - O júri será constituído por três elementos convidados pela Direcção da LASA.
3 - A atribuição dos prémios, um para cada categoria, será decidida por maioria de votos, reservando – se ao júri o direito de não atribuir prémio em qualquer das modalidade se a qualidade das composições assim o justificar.
Art.º 6º Divulgação dos Prémios.
1 - A decisão do júri, de que não haverá recurso, será tornada pública e divulgada junto dos órgãos e comunicação social e no site da LASA, em www.lasa.pt.
2 - A apresentação dos trabalhos premiados será efectuada no dia 15 de Setembro, Dia de Bocage , em sessão pública.
3 - A entrega dos prémios será efectuada pessoalmente aos vencedores ou aos seus representantes, desde que possuidores de procuração notarial (condição obrigatória), na sessão pública referida no número anterior.
Art.º 7º - Prémios
1 - Os trabalhos vencedores em cada uma das modalidades serão publicados em livro pela LASA, a quem pertencem os respectivos direitos relativamente à primeira edição, que terá uma tiragem não superior a 500 exemplares.
2 - A cada autor dos trabalhos premiados serão atribuídos cinquenta exemplares da edição promovida pela LASA e um prémio monetário.
3 - O prémio monetário nas modalidade de Poesia e Ensaio será de 1.500 euros para cada uma delas.
4 - O prémio monetário na modalidade Revelação será de 1.000 euros.
5 - Não haverá prémios ex- aequo.
Art.º 8º - Considerações Finais.
1 - Em caso de não levantamento do prémio, o seu valor reverterá a favor da LASA ou de instituição a favor da qual a entidade promotora do concurso decida.
2 - Os casos omissos e as dúvidas de interpretação deste “Regulamento” serão resolvidas pelo Júri, que, para questões não relacionadas com o conteúdo ou forma dos trabalhos concorrentes, poderá ouvir a Direcção da LASA.
3 - Uma vez enviados os trabalhos, considera-se que os concorrentes conhecem e aceitam as cláusulas do presente “Regulamento “.
terça-feira, maio 22
segunda-feira, maio 21
Portugueses não querem ter mais tempo para a família, ao contrário da maioria dos europeus

A família parece estar mesmo a perder importância entre nós.
Segundo o Jornal Público de 20.05.2007,
Segundo o Jornal Público de 20.05.2007,
"O universo das famílias continua em profunda transformação em Portugal. Os agregados de um casal com filhos desceram abaixo dos 50 por cento Os portugueses têm cada vez menos filhos e, entre a maioria daqueles que os têm, não faz parte das prioridades poder ter mais tempo para lhes dedicar, segundo dados divulgados esta semana pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) a propósito do Dia Internacional da Família. Mais individualistas, mais autocentrados: é uma tendência que já não é nova, mas que se tem vindo a consolidar. Surpreendentes, contudo, são estas percentagens extraídas do Inquérito ao Emprego de 2005, agora divulgadas: 83,7 por cento da população empregada, com pelo menos um filho ou dependente a quem prestem cuidados, diz que não deseja alterar a sua vida profissional para poder dedicar mais tempo a cuidar deles. Os que admitem desejar trabalhar menos para conseguir aquele objectivo representam apenas 13,4 por cento. A percentagem de mulheres nesta situação mais do que duplica a dos homens (18,8 por cento contra 8,1).Nos estudos realizados por organismos da União Europeia ressalta o contrário, com a maioria dos europeus a manifestar-se insatisfeito no que respeita à conciliação entre trabalho e família. Esta insatisfação foi mesmo apresentada como uma espécie de "moeda comum" europeia. No ano passado, ainda segundo os dados do INE, a percentagem de agregados constituídos por um casal com filhos desceu abaixo dos 50 por cento: representavam 46,8 por cento, quase empatando com os 46,6 por cento contabilizados pelos agregados familiares de uma pessoa só, casais sem filhos e agregados monoparentais. Estes três últimos têm vindo a subir; o primeiro tem estado a descer. Na verdade, a sua proporção desceu 3,8 por cento em sete anos, o que é em parte justificado pelas quebras registadas nas famílias maiores e com este qualificativo já se abrange as de dois filhos. O contingente mais representativo continua a ser o das famílias com apenas um filho (32 por cento). "
A reflectir...
sexta-feira, maio 18
quarta-feira, maio 16
Fernando Negrão aceita ser solução de recurso
Hoje no Diário de Notícias:


"Fernando Negrão vai ser o cabeça de lista do PSD nas eleições intercalares para a Câmara Municipal de Lisboa. Luís Marques Mendes conseguiu convencer o deputado e vice-presidente da bancada parlamentar a aceitar o desafio, depois da recusa inesperada de Fernando Seara, presidente da Câmara de Sintra.O DN sabe que Fernando Negrão, que é magistrado de carreira, pelo que tem o estatuto de independente, foi contactado ontem mesmo, após novo convite a Joaquim Ferreira do Amaral. Há uma semana o antigo ministro das Obras Públicas dos governos de Cavaco Silva tinha-se predisposto a uma candidatura, não tendo no entanto dado uma resposta definitiva. A direcção do PSD acabou por passar uma semana a "namorar" a solução Seara, o que terá deixado Ferreira do Amaral desagradado.Numa conversa há dias em casa de Miguel Relvas, Fernando Seara chegou a estar a um passo da candidatura, apesar de dizer que tinha alguns "assuntos pessoais" para ultrapassar. Com este cenário, Marques Mendes chegou a testar o nome de Seara em sondagens, aparecendo o nome do autarca de Sintra muito bem colocado e à frente de nomes como Manuela Ferreira Leite e Paula Teixeira da Cruz, duas das potenciais candidatas que viriam a mostrar-se indisponíveis para avançar em Lisboa.Com a recusa de Seara, que realmente invocou "motivos pessoais" e os compromissos que tinha em Sintra, Mendes ficou sem candidatos. Alguns outros nomes tinham sido sondados, com a sua autorização, por membros do núcleo duro da direcção do PSD. Mas todos esses nomes alternativos - e que incluíam, por exemplo, Álvaro Barreto - acabaram por se revelar impossíveis. Fernando Negrão surgiu como uma solução de recurso, sugerida por membros da bancada que fazem a ligação à direcção do partido. Miguel Macedo, o secretário-geral do PSD, terá tido um papel fundamental na escolha.O candidato do PSD tinha entrado recentemente para vice-presidente da bancada do PSD, depois da saída abrupta de Henrique de Freitas. Tem sido o rosto do partido em matérias de Justiça na Assembleia da República.Em Abril, Fernando Negrão, antigo director nacional da Polícia Judiciária, propôs a criminalização para os titulares de cargos públicos e políticos que usem as suas funções com interesse próprio, propondo a tipificação como crime de perigo abstracto. A cruzada contra o enriquecimento ilícito e a corrupção são precisamente os trunfos que Marques Mendes irá invocar para justificar internamente a escolha de Fernando Negrão."
terça-feira, maio 15
domingo, maio 13
sexta-feira, maio 11
Setúbal com vida difícil

Hoje no Diário de Notícias:
Proposta dissolução da Câmara de Setúbal:
"Inspecção do Território notificou câmara oito meses após investigação
A Inspecção-Geral da Administração do Território (IGAT) propôs a dissolução da Câmara Municipal de Setúbal no âmbito da conclusão das investigações sobre as irregularidades encontradas nas reformas compulsivas de 60 funcionários.O organismo, tutelado pelo Ministério da Administração Interna, entregou ontem na câmara o relatório final da investigação, iniciada em Novembro de 2005 - na sequência de uma notícia do DN - e concluída em Agosto de 2006, pouco tempo antes da renúncia do então presidente Carlos de Sousa.A Câmara e a Assembleia Municipal de Setúbal, que também foi notificada, têm agora 30 dias para contestar as investigações e a proposta final da IGAT.Este processo já levou o Ministério Público a constituir arguidos todos os vereadores, incluindo a actual presidente e o ex-presidente. O porta-voz do município confirmou ao DN a recepção "hoje [ontem] de manhã" do relatório e manifestou a "absoluta estranheza por, mais uma vez, um órgão de comunicação social tomar conhecimento do relatório antes da câmara". Considerando "inadmissível" esta situação no relacionamento entre órgãos do Estado, o porta-voz indicou que a presidente Dores Meira não se pronuncia antes de conhecer o conteúdo do documento.Por coincidência, as duas maiores autarquias da Área Metropolitana - Setúbal, de maioria comunista, e Lisboa, de maioria social-democrata - enfrentam, no mesmo dia, processos de dissolução. "
Miguel Sousa Tavares
escreve jornal «A Bola» de 09 de Maio de 2007, algo que apesar da simplificação estilística, natural do autor é um "olhar" possível sobre a evolução de Setúbal e do seu Clube VFC, no últimos 20 anos. Que transcrevemos...

"Em minha opinião, o Vitória de Setúbal é a pior equipa do campeonato e a sua descida aos infernos da Honra é absolutamente natural e justificada. Passa-se com o Vitória a mesma coisa que se passa com a própria cidade de Setúbal. Há 20 anos atrás, Setúbal tinha todas as condições para se transformar numa cidade modelo, em termos de urbanismo e qualidade de vida: dimensão adequada, espaço para se desenvolver harmoniosamente fora do centro, possibilidade fácil de recuperar o centro histórico e ligá-lo ao rio, condições naturais excepcionais, com o estuário do Sado aos pés, o mar em frente, a montanha ao lado, praias magníficas, frente de rio única, avenidas largas, praças suficientes, enfim, tudo ou quase tudo. Mas vieram os Mata Cáceres e outros artistas do poder local e transformaram Setúbal numa coisa caótica e aberrante, com urbanizações dignas de subúrbio africano, esculturas pseudomodernas horrendas, o triunfo do pato-bravismo, do mau gosto e da gestão sem planeamento nem ideias.
Também o futebol do Vitória chegou a encantar Portugal e a surpreender a Europa. Mas depois, as forças vivas da cidade, ou seja, os mesmos artistas que destruiram a beleza de Setúbal, tomaram conta do clube e demonstraram que eram tão bons a dirigi-lo como a fazer a cidade. Hoje a cidade é uma dor de alma e o clube um cadáver adiado. Que ninguém fale em injustiça."
MST
quarta-feira, maio 9
sábado, maio 5
Design
quinta-feira, maio 3
Carmona Rodrigues
Quem espera novidades por parte dos “independentes” pode ver neste caso que tipo de “novidades” podem trazer os que não têm filiação partidária. Com este comentário não pretendemos insinuar que os independentes são “piores”. Apenas que não são melhores. São pessoas dadas às suas "circunstâncias". Uns melhores outros piores.Carmona tem, obviamente, toda a legitimidade para fazer o que fez: Recusar-se a abandonar o lugar de Presidente de Câmara. Mas o que Carmona não compreende é que acima do seu juízo particular está aquilo que é o interesse público. Neste caso o povo de Lisboa. E Carmona Rodrigues já não tem condições políticas para prosseguir o seu mandato com o minímo de sucesso. E nestes casos só devolver a voz aos eleitores é uma solução saudável.
Esperemos que os restantes vereadores façam o que o presidente não teve coragem ou discernimento para fazer.
quarta-feira, maio 2
Pela Clarificação

Marques Mendes esteve bem na posição que tomou hoje relativamente à CML e ao seu Presidente Carmona Rodrigues. Este assunto ameaçava tornar-se uma autentica trituradora da sua liderança. O povo de Lisboa também merecia sorte diferente. Eleger nova equipa parece ser a melhor solução para todos.
Esta exigência face aos autarcas promovida desde as ultimas autárquicas será talvez um dos maiores legados políticos deixados por Marques Mendes.
O nosso apoio à clarificação politica e da politica.
terça-feira, maio 1
domingo, abril 29
sexta-feira, abril 27
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