
quarta-feira, outubro 17
terça-feira, outubro 16
Não se disse que não ia ser assim?
Hoje o Público escreve que Santana Lopes "Recebeu luz verde de Menezes, mas não terá unanimidade na liderança da bancada. "
O novo lider do PSD Luís Filipe Menezes, se bem nos recordamos, referiu que não iria interferir na eleição da bancada parlamentar?
O novo lider do PSD Luís Filipe Menezes, se bem nos recordamos, referiu que não iria interferir na eleição da bancada parlamentar?
sábado, outubro 13
quinta-feira, outubro 11
A Tristeza do Rei
quarta-feira, outubro 10
segunda-feira, outubro 8
Montemor-o-Novo 3
Vista de Montemor-o-Novo a partir do Castelo
A urbe "intra muros" de Montemor foi sendo desocupada a partir do século XVI, estando desde o século XIX praticamente vazia. A escassez de água foi a razão do abandono para os arrabaldes, a actual povoação. Até o castelo esteve em ruína, consequência do terramoto de 1755, só voltando a erguer-se nos anos 40 na campanha de recuperação dos monumentos nacionais levadas a cabo pelo Estado Novo.
Um Presidente de Câmara de então, querendo aproveitar o terreno para outros fins tapou de terra o que tinha sobrada dos pavimentos e fundações da velha vila para poder o vender a retalho para fins agrícolas. Este facto, aparentemente um atentado ao património, resultou no guardar, para as gerações futuras, de uma estrutura urbana integral e muito bem conservada, de uma vila de origem medieval, como estão agora a confirmar as actuais escavações arqueológicas.
É caso para se dizer que não há bela sem senão…Resta saber aproveitar e por a descoberto esta pérola e criar um pequeno “parque temático” sobre a vida e história urbana desse tempo.
Um Presidente de Câmara de então, querendo aproveitar o terreno para outros fins tapou de terra o que tinha sobrada dos pavimentos e fundações da velha vila para poder o vender a retalho para fins agrícolas. Este facto, aparentemente um atentado ao património, resultou no guardar, para as gerações futuras, de uma estrutura urbana integral e muito bem conservada, de uma vila de origem medieval, como estão agora a confirmar as actuais escavações arqueológicas.
É caso para se dizer que não há bela sem senão…Resta saber aproveitar e por a descoberto esta pérola e criar um pequeno “parque temático” sobre a vida e história urbana desse tempo.
domingo, outubro 7
quinta-feira, outubro 4
segunda-feira, outubro 1
Vias Rápidas?
A rapidez é um dos mitos da nossa modernidade. Produzir mais em menos tempo, consumir mais produtos com “ciclo de vida” mais curto ou vencer as distâncias com mais facilidade tornou este mito numa aparente realidade. Mas apesar de discutível é cada vez mais difícil fugir à aceleração do nosso quotidiano. O desenvolvimento tecnológico e seu generalizado acesso por cada vez mais pessoas é responsável por boa parte desta aceleração.
O território reflecte também esta vontade ou necessidade que todos temos de conseguir vencer o espaço em cada vez menos tempo. Os meios que hoje temos à disposição para nos deslocarmos criam a sensação de que essa seria uma tendência sem retorno. Mas a generalização do automóvel veio colocar em causa essa ideia. O congestionamento, a falta de estacionamento e os riscos associados à velocidade, obrigaram a uma desaceleração neste processo que parecia imparável. Hoje é perceptível que os problemas ligados às acessibilidades passam por outro tipo de opções que não podem continuar a colocar o automóvel como tema central.
No entanto, vemos ainda nas nossas cidades serem realizadas intervenções que estão em contra ciclo com as necessidades do nosso tempo. A ideia de atravessamento rápido da cidade tem sido alimentada por se julgar que com mais vias de comunicação se consegue ultrapassar o problema do congestionamento. E se forem vias rápidas ainda melhor. Os especialistas dizem que a construção de uma nova via tende sempre para o seu limite de serviço. Ou seja, para o seu inevitável congestionamento e consequente abrandamento da velocidade. Para além de, no caso de ser uma via urbana, estar limitada pelo código da estrada aos 50 km/h. O que, convenhamos, não é lá muito rápido.
A separação por funções e sistemas das várias componentes urbanas, típica do século XX, levou a que os especialistas nas diversas áreas resolvessem, isoladamente e olhando pouco para o conjunto, cada um dos seus problemas específicos. As acessibilidades são determinadas por especialistas em tráfego que, normalmente, olham apenas para a necessidade de resolver a circulação rodoviária. Esquecendo-se que a cidade vai muito para além deste problema apesar de este ser muito importante. É por isso necessário olhar para as diversas componentes da cidade de forma integrada e o mais harmonizada possível. Uma rua não pode ser apenas um atravessamento automóvel.
Por isso as “vias rápidas” dentro da cidade ou atravessando zonas residenciais são, na nossa opinião uma opção sem sentido por duas razões essenciais: Em primeiro lugar porque, como já vimos, não podem ser rápidas e em segundo porque destroem a continuidade urbana, tornando-se barreiras dentro das cidades, com todos os efeitos negativos a estas associados.
Em Setúbal existem dois casos, ambos na Estrada Nacional 10, que nos parecem da maior importância resolver, a bem da qualidade de vida urbana, da coesão social e da identidade da cidade. Um é a famosa “variante da Várzea” que liga a “Estrada dos Ciprestes” à Estrada de Azeitão, a outra a Avenida Antero de Quental, que passa junto ao “Jumbo” e que divide o Monte Belo em dois.
As duas vias deviam passar a ser avenidas urbanas, com vários atravessamentos, o que permitia uma maior interligação entre as zonas que dividem, tornando essas zonas mais seguras para quem as atravessa (actualmente já são muitos) e para todos os que as vivem. As barreiras tornam sempre os seus espaços envolventes mais inseguros e decadentes, por serem menos vividos.
Ao optar por transformar estas barreiras em espaços de relação e convívio a cidade ficava mais agradável, mais segura, mais coesa e, garantidamente, não se tornaria menos rápida. Pelo contrário, sendo mais permeável aceleravam-se alguns percursos. Esta seria uma via alternativa, não sabemos se rápida, mas com certeza mais acertada do ponto de vista urbano.
Publicado hoje no "Jornal de Setúbal"
domingo, setembro 30
Saudades
Sobre os resultados eleitorais do PSD
O PSD votou na mudança. As bases do partido pensaram que para pior já não era possível. Por isso era melhor apostar noutro, porque o que lá estava não “ia a lado nenhum”.
No nosso entender a opção pela mudança encerra dois equívocos:
Um é pensar que um certo efeito dado pela novidade e empolado pela comunicação social chega para fazer a diferença.
Outro é pensar que mudando de líder basta para mudar o partido e, acima de tudo, que isso basta para mudar a realidade.
Relativamente ao primeiro aspecto vários exemplos existem de lideranças que se pensavam salvadoras e que se revelaram “poucochinho”. Não nos podemos esquecer que em Portugal o poder é venerado e que quem não está no poder é achincalhado. O poder perde-se, raramente se ganha.
O que mudou bastante nos últimos anos foram os hábitos e os militantes do PSD assim como a sua relação com sociedade. Não só no PSD mas em todos os outros partidos. Os líderes passaram mas pouco ou nada mudou dentro da estrutura partidária. E para se modificar algo dentro de um partido, de qualquer partido, muitos outros aspectos terão de mudar. Alguns deles só mudarão com um impulso de fora para dentro como por exemplo: as leis eleitorais, para as legislativas e para as autárquicas, assim como a própria reorganização politicamos administrativa do País. Outros estarão dependentes da vontade dos próprios para mudar. Será isso possível?
É certo que o denominado “aparelho” estava maioritariamente com Mendes. E este foi derrotado. Mas isso irá mudar alguma coisa? Bastará ver como se irão comportar os dirigentes e o novo lider neste congresso e no futuro próximo. Pensamos que todos serão “Menezistas”, como já foram tudo o resto, sem se mudar nada na forma como se vive dentro do partido e na relação entre este e a sociedade. E o lider estará mais preocupado em se afirmar do que em mudar o que quer que seja.
E a realidade é que o actual governo está a fazer o que tinha sido, tradicionalmente, o papel do PSD. A tornar o País moderno e europeu, acelerando o nosso atraso estrutural e aniquilar os desvios da deriva do PREC.
Justa ou injustamente é essa a marca que está a passar para o eleitorado. E o PSD tem que propor politicas que nos façam andar ainda mais depressa no sentido de nos modernizarmos. E não ficar como caixa de ressonância de quem só está interessado em manter tudo como está.
Menezes como lider da oposição parece querer dar voz a muitos dos ressentimentos dos sectores mais tocados pelas reformas. E isso pode ser fatal para um candidato a primeiro-ministro que se quer alternativa a Sócrates. Para quê mudar de ilusionista se o que lá está já se conhece? É necessário oferecer mais, muito mais.
No nosso entender a opção pela mudança encerra dois equívocos:
Um é pensar que um certo efeito dado pela novidade e empolado pela comunicação social chega para fazer a diferença.
Outro é pensar que mudando de líder basta para mudar o partido e, acima de tudo, que isso basta para mudar a realidade.
Relativamente ao primeiro aspecto vários exemplos existem de lideranças que se pensavam salvadoras e que se revelaram “poucochinho”. Não nos podemos esquecer que em Portugal o poder é venerado e que quem não está no poder é achincalhado. O poder perde-se, raramente se ganha.
O que mudou bastante nos últimos anos foram os hábitos e os militantes do PSD assim como a sua relação com sociedade. Não só no PSD mas em todos os outros partidos. Os líderes passaram mas pouco ou nada mudou dentro da estrutura partidária. E para se modificar algo dentro de um partido, de qualquer partido, muitos outros aspectos terão de mudar. Alguns deles só mudarão com um impulso de fora para dentro como por exemplo: as leis eleitorais, para as legislativas e para as autárquicas, assim como a própria reorganização politicamos administrativa do País. Outros estarão dependentes da vontade dos próprios para mudar. Será isso possível?
É certo que o denominado “aparelho” estava maioritariamente com Mendes. E este foi derrotado. Mas isso irá mudar alguma coisa? Bastará ver como se irão comportar os dirigentes e o novo lider neste congresso e no futuro próximo. Pensamos que todos serão “Menezistas”, como já foram tudo o resto, sem se mudar nada na forma como se vive dentro do partido e na relação entre este e a sociedade. E o lider estará mais preocupado em se afirmar do que em mudar o que quer que seja.
E a realidade é que o actual governo está a fazer o que tinha sido, tradicionalmente, o papel do PSD. A tornar o País moderno e europeu, acelerando o nosso atraso estrutural e aniquilar os desvios da deriva do PREC.
Justa ou injustamente é essa a marca que está a passar para o eleitorado. E o PSD tem que propor politicas que nos façam andar ainda mais depressa no sentido de nos modernizarmos. E não ficar como caixa de ressonância de quem só está interessado em manter tudo como está.
Menezes como lider da oposição parece querer dar voz a muitos dos ressentimentos dos sectores mais tocados pelas reformas. E isso pode ser fatal para um candidato a primeiro-ministro que se quer alternativa a Sócrates. Para quê mudar de ilusionista se o que lá está já se conhece? É necessário oferecer mais, muito mais.
Finalmente se a deriva da nova direcção for populista podemos ter a “morte” do PSD tal como o conhecemos. E isso não é bom para Portugal.
sábado, setembro 29
Chuva lá fora
sexta-feira, setembro 28
Divulgação
JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO 2007
28, 29 e 30 de Setembro
PATRIMÓNIO EM DIÁLOGO
Integrado nestas Jornadas hoje na Universidade Moderna – Pólo de Setúbal
Estreia do documentário de Leonardo Silva “A Comenda”
Pelas 21.30 h – Aberto a todos
Onde a propósito deste documentário se vai falar um pouco de património particularmente do arqueológico.
28, 29 e 30 de Setembro
PATRIMÓNIO EM DIÁLOGO
Integrado nestas Jornadas hoje na Universidade Moderna – Pólo de Setúbal
Estreia do documentário de Leonardo Silva “A Comenda”
Pelas 21.30 h – Aberto a todos
Onde a propósito deste documentário se vai falar um pouco de património particularmente do arqueológico.
quinta-feira, setembro 27
Hoje e Amanhã em Setúbal

'As Obras Completas de William Shakespeare em 97 Minutos'
Este espectáculo é uma condensação de alta velocidade, género montanha-russa, das obras de Shakespeare. Uma comédia/farsa hilariante, com João Carracedo, Manuel Mendes e Simão Rubim, que revisita as 37 obras do dramaturgo inglês: tragédias, comédias, peças históricas e até sonetos.
Este espectáculo é uma condensação de alta velocidade, género montanha-russa, das obras de Shakespeare. Uma comédia/farsa hilariante, com João Carracedo, Manuel Mendes e Simão Rubim, que revisita as 37 obras do dramaturgo inglês: tragédias, comédias, peças históricas e até sonetos.
Fórum Municipal Luísa Todi 21h30
Org.: Companhia Teatral do Chiado
Apoio: CMS
27SET07 - 28SET07
Ao que sabemos os dois dias já estão esgotados.
Falta público em Setúbal? Talvez falte oferta de qualidade...
quarta-feira, setembro 26
Oscar Wild
terça-feira, setembro 25
segunda-feira, setembro 24
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