quarta-feira, agosto 1

Barcos 8

Paulo Pisco
Fuzeta
2007

Fuzeta

Paulo Pisco
Fuzeta
2007

A caminho da Fuzeta, a partir da Armona. A "ilha" que lhe está em frente. Esta pequena terra tem um encanto muito particular. Um modo de ser e de estar fora de época, sobre o qual falaremos mais tarde.

sábado, julho 28

Finalmente


praia, mar, muito mar. Descanso. Leitura, muita leitura. Briancar e jogar em família. Boa vida, como se usa dizer.
Até já.

quinta-feira, julho 26

Portugal Profundo


Georges Dussoud

Alturas do Barroso
Agosto de 1983


Este fotógrafo, que tem percorrido Portugal nas ultimas três décadas, retrata, pelo menos no que nos foi dado a ver pela imprensa, um “Portugal Profundo”. É muito interessante ver neste trabalho - Crónicas Portuguesas, a exposição retrospectiva do fotógrafo francês Georges Dussaud (n. Brou, Bretanha, 1934), patente na Cadeia da Relação/Centro Português de Fotografia (CPF), no Porto - um Portugal que ainda existe, ou existiu até à poucos anos, mas que está, pelo menos à superfície, muito mudado.

Mas é importante perceber que na década de 80 Portugal tinha zonas (muitas) que do País com um tipo de vida muito diferente daquilo que hoje imaginamos ou recordamos (ou queremos recordar) desses tempos. Se não tivéssemos a informação podíamos pensar que estas fotografias se referiam a um qualquer país longínquo situado no “terceiro mundo”. O mundo mudou muito e nós ainda mais. Mas é bom perceber que muito do que mudou foi por “fora”. Por dentro ainda conservamos muita da “pobreza” que observamos nestas imagens, tendo perdido alguma da sua riqueza.

É sempre bom perceber o que somos enquanto nação, para não nos deprimirmos muito nem embandeirarmos demais.

A não perder.

terça-feira, julho 24

Luís Filipe Menezes


resolveu avançar, quando tudo fazia prever o contrário. Pensamos ser um acto positivo. Na entrevista da SIC noticias esteve bem. A coragem de avançar é, nos tempos que correm, em si um factor positivo. Querer mudar e dar a cara por isso é algo cada vez mais raro. Só por isso vale a pena aplaudir.

segunda-feira, julho 23

Erva


Uma nova série norte americana que começou hoje na RTP2. Na linha de “Donas de casa desesperadas”, parece ser mais no “osso” na crítica ao estilo de vida sub urbano tipicamente americano e só aparentemente sem mácula. Onde todos fingem disfarçar o que todos sabem, em torno daquele pequeno mundo que é a zona residencial onde moram. Uma vida pouco interessante exposta a uma critica ácida e mordaz, sem contemplações.A acompanhar com atenção.

domingo, julho 22

Cantos Livres II

Fomos assistir ao espectáculo “Cantos Livres”. Em família. José Mário Branco, Francisco Fanhais e Tino Flores ainda estão em grande forma. A voz ainda lá está. O sentido das letras e das conversas tidas são, conforme o orador ou o poeta, mais universais ou mais "datadas".
Dependendo da qualidade de cada um. O calor humano e fraterno de um momento quase intimista naquela sala do “Luísa Todi” soube bem. Até as crianças gostaram bastante. Quem não aprecia o calor humano de uma noite vivida e partilhada, com público e cantores.

Sentimos no entanto que para muitos outros significou a memória do tempo que nunca foi mas sobre o qual se sonhou bastante sem se chegar a viver. Para esses estas canções são já só memória. Por vezes amarga. Para outros um momento importante e inesquecível da nossa história. Mas o que continua a valer é esse encontro. Mesmo com temas passados, até “fora de moda” mas que se sentem sempre positivamente.

Cantar esse grande compositor/autor/cantor, Zeca é, e será no futuro, uma homenagem ao melhor da nossa cultura musical.

domingo, julho 15

Mas

estes resultados podem, se bem analisados, ser esclarecedores do panorama politico nacional num futuro próximo.

Resultados em Lisboa


Estes resultados em Lisboa são muito curiosos. Parece-nos relativamente claro o seguinte:

Os Lisboetas não querem eleições antecipadas, querem que lhes resolvam os problemas;

António Costa e o governo continuam em alta;

Carmona não é penalizado, como anterior Presidente de Câmara;

O PSD fica com o ónus de tudo o que de mau aconteceu neste processo.

Helena Roseta apesar de ter uma mensagem e uma atitude “interessante” não consegue ultrapassar a barreira do “candidato simpático”, sem perfil de governação.

Os pequenos partidos do arco parlamentar estão cada vez mais pequenos;

Os outros não existem;

A “direita” actual corre alguns riscos de sobrevivência.

Os filhos da "geração instalada" não têm filhos

Durante a última semana várias noticias e artigos de opinião sublinharam a suspeita que temos, de alguns anos a esta parte, que um novo conflito politico e social se pré anuncia.

O INE informou que atingimos em Portugal o número mais baixo de nascimentos desde que existem registos. Tendo esta tendência sido muito acentuada nos últimos anos. Este número é, quanto a nós, reflexo de uma mudança acelerada e profunda que a sociedade portuguesa atravessa. Esta tendência, generalizada na Europa, é, agora mais acentuada entre nós. Porquê?

Existirão, com certeza, várias razões para justificar esse fenómeno mas é na dificuldade em vislumbrar expectativas “positivas de vida” que poderemos encontrar boa parte da explicação. Quem não acredita no futuro, dificilmente encontra motivos para o prolongar. E ter filhos é também um sinal de esperança. De vontade de prolongar a nossa existência. O que parece estar a deixar de existir. Até porque as novas gerações vão ter um encargo crescente não com os filhos mas com os pais, ainda que não directamente mas de forma indirecta.

As novas gerações vivem um problema complicado e de tipo novo. Mais exigentes e individualistas vêm-se “entaladas” num mundo desigual. Com maior instrução que a geração que os precedeu vem a sua expectativa de vida muito diminuída. Vivem num território mais desarticulado, perdem mais tempo em transportes, não têm perspectivas a longo prazo, o que torna a sua vida menos previsível, sendo obrigados a trabalhar mais e por menos dinheiro. Os laços familiares e conjugais também já deixaram de ser valores seguros. Ambicionam a mesma segurança que os seus pais tiveram mas percebem que não é possível voltar para trás. O mundo hoje está diferente, mais pequeno e outras regiões do globo também querem viver “tão bem” como nós. E isso gera uma forte competição, que aparentemente não irá diminuir, antes pelo contrário.

E tudo isto acontece ao mesmo tempo que a “geração instalada” - como lhe chamou o Editorial do Expresso do último Sábado - dos seus pais e avós, vive numa situação relativamente confortável. Com empregos inamovíveis ou reformada precocemente está com muitos anos de vida pela frente e sem estar disposta a “perder” nada do que lhes foi prometido. Os famosos “direitos adquiridos”. Tudo isto é recente em Portugal o que torna, entre nós, a sua percepção mais aguda.

Esta desigualdade geracional pode vir a tornar-se num dos grandes conflitos futuros. As novas gerações vão ter cada vez mais a percepção que têm a suas carreira profissionais condicionadas ou mesmo fechadas. Sem qualquer perspectiva de reforma e em perda crescente de “direitos sociais” vão sentir que estão a pagar excessivamente o bem-estar de outros. Com a previsível perda dos vínculos geracionais de entre ajuda – de pais para filhos – vai-se acentuar a noção de desigualdade. O mito da eterna juventude que graça numa sociedade cada vez mais envelhecida está a gerar hábitos diferentes nesta população. Com maior poder aquisitivo e mais saúde por mais anos, os novos velhos tendem a estar mais centrados nos seus próprios objectivos e menos nos dos filhos e netos dos quais cada vez menos dependem. A inversão da pirâmide etária vai agudizar o problema. Em democracia a maioria ganha. E a maioria cada vez mais velha vai tornar mais difícil qualquer mudança. Ninguém quer perder o que já tem.

Toda esta conjuntura pode ser o gérmen do conflito de tipo novo que referimos inicialmente, agora já não entre classes sociais mas entre gerações. Mas onde a diferença de idades não reflecte qualquer mudança cultural ou ideológica – como no Maio de 68 – mas apenas a necessidade de sobreviver em condições de relativa igualdade.

Com esta percepção do mundo, da espécie e da família “arriscar” ter filhos não é decisão fácil e por isso cada vez são menos os que a tomam. Será natural? Talvez, mas aumenta o problema. Menos filhos é sempre igual a mais velhos.

sexta-feira, julho 6

A virtudeZita

Zita Seabra

Vimos ontem a entrevista com Judite de Sousa na RTP1, a propósito do lançamento do seu livro “Foi assim”. Ainda não tive a oportunidade de o adquirir e ainda menos de o ler, com a excepção algumas partes que foram alvo da pré-publicação do jornal “Público” no dia 1 de Julho de 2007. Mas deixou-nos a vontade de o fazer.
No entanto não era sobre o livro mas sobre a entrevista que, para já queríamos reflectir. Porque nos parece pouco comum, entre os “ex-camaradas”.

Desde há muito que acompanhamos o percurso político de Zita. Dos tempos heróicos do PCP à sua dissidência. Da travessia no “deserto” à “imperdoável” aproximação ao PSD. Houve nesta ex-comunista algo de diferente. Algo que a diferenciou de muitos outros. A franqueza e até a honestidade intelectual que colocou em todo o processo. Alguém que rompe com toda uma vida de activista convicta e não se desculpa nem “reconstrói” a sua história é digno de admiração. Quem tem ou teve a coragem, vindo do comunismo, de dizer que é uma ideologia que não conduz senão ao totalitarismo? Muito poucos. Só por isso Zita merecia a nossa atenção. Mas esta não deixa o seu “passado negro” com os que lá ficaram. Não. Assume toda a sua (ir) responsabilidade por ter lutado daquele lado. Mais, diz que o fez com toda a convicção. Sem dúvidas. Como se quer de uma verdadeira comunista. Mas diz também quando as começa a ter. O que tentou fazer, enquanto acreditou que o comunismo era “reformável” e de como percebeu que não o podia ser de facto. Tudo isto é relatado sem subterfúgios. Sem tangas. Apenas com objectividade. Assumindo a sua verdade dos factos. É muito raro entre nós. E é essa crueza de Zita que a torna proscrita para boa parte da esquerda que nunca teve a coragem para o fazer. Nunca a teve a liberdade pessoal e intelectual para o dizer.

Mas Zita cometeu mais um pecado. Tornou-se do PSD. E isso tornou-a para a maioria da esquerda um mulher “sem moralidade” politica. Pois afastar-se do Comunismo é tolerável mas “sair” do espaço da esquerda isso já é imoralidade. Sim porque para muita gente a superioridade da esquerda é “moral”.

Zita com esta entrevista e supomos com este livro, não pretendeu fazer um ajuste de contas com a sua história. Apenas relatá-la. E isso, em si, já é muito saudável. Uma virtude. Redime o seu passado? Não, mas acrescenta.

sábado, junho 30

Estrada


Fazermo-nos à estrada tem sempre um sabor de aventura. Entre o ponto de partida e oponto de chegada a estrada ocupa o caminho. O espaço entre os lugares. O tempo em que o imaginário deixa o presente e se projecta no futuro.

quarta-feira, junho 27

Goodbye Tony


João Bosco Jacó de Azevedo

Gostando ou não marcou esta década. A "esquerda democrática" não mais voltará a ser mesma.

sábado, junho 23

Uma década


Luís Torgal


Já fez dez anos a nossa filha. Foi em 1997 que nasceu. Pelas 18.30. Num dia de calor. Muito calor. Tem sido, desde então, uma luz nas nossas vidas.
Parabéns Mariana.
Aqui fica uma flor.

sexta-feira, junho 22

Amarcord


A família


A senhora da tabacaria.



A "canalha"


Volpina



Amarcord é um belo filme. Aconselhável a nostálgicos. No dia em que o nosso pai faz 70 anos, foi uma espécie de prenda dada pela RTP1. Apesar de a hora ser muito tardia.

Este é um filme sobre uma realidade que definitivamente mudou. Que já não é reconhecivel pela grande maioria das novas gerações. Tendo nós vivido a infância já nos anos 70, o “ar do tempo”que se respira no filme está muito próximo das nossas memórias. O filme retrata os anos 30, infância de Fellini, o seu realizador. Apesar de ter sido realizado só nos inícios da década de 70. Existem um conjunto de aspectos que são semelhantes: A importância da família alargada, a convivência lenta da vizinhança, uma certa pobreza material mas uma enorme riqueza vivencial. Não nos referimos à multiplicidade de experiências - que não podiam existir num mundo essencialmente rural e provinciano de Rimini, vila natal de Fellini, onde se passa a acção - mas à sua intensidade.
Tudo o que é essencial aqui é retratado de forma exacerbada, quase caricatural.
A importância da família. A educação aparece, mais ligada à imagem dos professores do que aos seus conteúdos, no caso um pouco “absurdos”, no mínimo. Assim como as figuras que os tranmitiam.
A descoberta do amor e o desejo onde Gradisca, Volpina ou a senhora da tabacaria, ocupam o imaginário dos jovens que se perdem por qualquer forma mais voluptuosa.
A comunidade, a politica e a religiosa envolvente é aqui muito presente marcada. Vivia-se a ascensão do fascismo de Mussolini. Com tudo o que isso tem de risível.
Até o aparecimento desta “moda” então recente, das idas a banhos durante o verão é aqui retratada. È bom esclarecer que Rimini é actualmente o “Algarve” lá do sitio.
Mas tudo isto misturado com uma grande dose de “surrealismo” que marca as nossas memórias de infância. Mas (não) serão todas assim? Talvez. Mas a riqueza vivencial essa não sei se não se terá definitivamente perdido. Num mundo de experiências, só aparentemente mais diversificadas, a diversidade só chega quando estão sentados no sofá. E essa não sei se constituirá memória futura? Se chegará.
Mas Amarcord de Fellini é apesar de tudo um filme que poderá ajudar a perceber um mundo que deixou de existir, mas que ainda constitui a memória de muitos entre nós. Particularmente os do sul. Supomos. Num País que só há pouco deixou de ser essencialmente rural este universo ainda faz sentido. Hoje, e apesar de continuar provinciano tornou-se um gigantesco subúrbio. As memórias serão outras.

O filme, esse, uma delicia a não perder.

segunda-feira, junho 18

Divulgação

Convite

"A recente decisão do Governo de efectuar um novo estudo para a análise comparativa da localização futura do aeroporto que substituirá a Portela, e claramente referindo Alcochete como essa alternativa, levanta questões importantes para a região e naturalmente para a sua capital de distrito que é a cidade de Setúbal.
A capacidade potenciadora do investimento e de desenvolvimento económico que um equipamento deste tipo comporta exige que sejamos esclarecidos sobre causas e efeitos e sobre todos os factores presentes e que estão subjacentes à construção deste equipamento, caso naturalmente se venha a concretizar na margem Sul do País.

Por um lado, os investimentos a concretizar na área da península de Setúbal, não só nas infra-estruturas da cidade aeroportuária mas também na construção das acessibilidades, podem ser decisivos no arranque do desenvolvimento económico e na criação de emprego numa região que como é sabido apresenta índices baixos de empregabilidade. É portanto uma oportunidade para a Península de Setúbal e para as empresas aqui sediadas que poderão beneficiar das acessibilidades construídas e os impactos financeiros podem vir a revelar-se na região de uma forma positiva.

Por outro lado, nesta região que tem apresentado os indicadores mais excelsos de protecção e de preocupações ambientais, a zona de Alcochete localizado nas bacias sedimentares do rio Tejo e do rio Sado que inclui algumas zonas especiais de protecção da natureza europeia, ganhou em 2004 o Prémio de Defesa Nacional e Ambiente e está próximo a uma rota de migração de aves pelo que o impacto que a construção de um aeroporto e a sua utilização pode acarretar são assuntos que importa acautelar e discutir com maior ou menor profundidade.

Considerando estes aspectos, a do desenvolvimento económico e a defesa estrita de uma política ambiental, a LASA entende que este assunto é de grande interesse público e da maior actualidade. E uma vez que a proximidade dos meses de Verão não permitiria discuti-lo senão próximo do fim do ano, numa altura em que deverão estarem concluídos os estudos e tomada uma decisão, a LASA considera oportuno neste momento, fazer uma discussão pública sobre os reflexos e os impactos que a construção de um novo aeroporto na margem Sul implicará sobre todos os nós.

Entende também a Lasa que o debate deverá servir para esclarecer algumas das questões mais importantes que rodeiam o assunto, caso dos temas da ecologia e do ambiente, do tráfego aéreo e do direito e também a clarificação de outros locais apropriados e identificados como alternativas à solução OTA.

Assim, a Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão vai promover um debate público sobre a construção do novo aeroporto na margem Sul, em Julho. Pretendemos ouvir os Setubalenses e Azeitonenses, as instituições da cidade e do concelho, para além de instituições representativas do distrito. Deverá ser uma primeira discussão pública de natureza mais genérica a que se deverá seguir no final do corrente ano de uma outra, mais específica.

A Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão convida V.EX.ª a estar presente no debate sobre a “Construção do Novo Aeroporto na Margem Sul”, a realizar no dia 3 de Julho pelas 21 horas no Clube Setubalense. Serão oradores no debate, o General Lemos Ferreira, o Professor Paulino Pereira e o Professor José Manuel Palma.

Esperando contar com a vossa honrosa presença na iniciativa, apresentamos os nossos mais sinceros cumprimentos.


Setúbal, Cidade do Rio Azul, 15 de Junho de 2007
Pela Direcção


Carlos Alberto Pires da Silveira
Presidente
"

segunda-feira, junho 11

Maldito Status



Parece que o dito nos dá cabo da existência. Hoje vamos ter o início de uma série sobre o assunto, que parece valer a pena. A ver vamos.

Na RTP2 pelas 23.45h.

Titulo: Mundos: A Ansiedade Do Status

Sinopse: Somos mais ricos do que nunca. Vivemos mais tempo, temos mais bens e perdemo-nos em grandes luxos. Então, porque não conseguimos ser mais felizes?! Contudo, existe uma preocupação acima de tudo que nos consegue tirar o sono: "o status". Terei sucesso? Será que tenho o carro e as roupas certas? Será que as pessoas pensam que sou um falhado?
Série documental de Alain de Botton, escritor e apresentador de televisão.

Divulgação

A Ad Urbem está a promover um encontro para apresentação e discussão dos projectos de revisão em curso dos diplomas legais do urbanismo e da construção, intitulada, Jornadas de Direito do Urbanismo e da Construção "Os novos regimes legais".

As jornadas realizar-se-ão no próximo dia 14 de Junho, no Auditório principal do LNEC, Laboratório Nacional de Engenharia Civil, na Av. do Brasil, n.º 101, em Lisboa.

Neste momento encontram-se em fase final de aprovação vários diplomas que vão alterar substancialmente o direito do urbanismo e da construção, nomeadamente:- a proposta de lei n.º 116/X/2, respeitante ao regime jurídico de qualificação profissional exigível aos técnicos responsáveis pela elaboração e subscrição de projectos, pela fiscalização de obra e pela direcção de obra;- o projecto de revisão do Decreto-Lei n.º 38382, Regulamento Geral das Edificações Urbanas; - a proposta de revisão do Decreto-Lei n.º 380/99, respeitante ao regime jurídico dos instrumentos degestão territorial;- a proposta de revisão do Decreto-Lei n.º 555/99, respeitante ao regime jurídico de urbanização e edificação.A Direcção da Ad Urbem propõem-se assim realizar um encontro para apresentação e discussão das referidas propostas de lei.
A entrada é livre. Por razões de ordem logística, pede-se a todos os interessados que se inscrevam previamente, por fax ou por correio electrónico, para os contactos da Ad Urbem.

Para mais informações:www.adurbem.pt

Telf. 21 844 37 92 / Fax. 21 844 30 28
Email: adurbem@mail.telepac.pt

domingo, junho 10

10 de Junho


Assistimos pela primeira vez às comemorações do 10 de Junho. Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. Foi, para nós, um privilégio vê-las em Setúbal. Um orgulho.

Sei como somos, enquanto povo, avessos a comemorações ou celebrações. Como refere hoje João Bénard da Costa (também Presidente da Comissão das Comemorações), na sua “Casa Encantada” no Jornal Público: “O que sucede é que somos gente que tem sempre alguma vergonha de comemorar seja o que for.” E nestas coisas ou se assume a “retórica” própria do acto ou … nada feito. É obvio que, como quase tudo o que é evocativo, pode ser facilmente exposto ao ridículo. E juntar um conjunto de “notáveis” do Estado, e neste caso, também do Município e pôr a desfilar umas Forças Armadas onde ainda se exibem peças de Infantaria que são dignas de um Museu, são coisas facilmente criticáveis.

No entanto é importante valorizar e saber que as ditas Forças Armadas Portuguesas (FAP) se encontram espalhadas em vários “teatros de guerra” ou de manutenção da Paz espalhados pelo mundo. Não somos dos que pensam que a FAP são apenas um peso do passado no Orçamento de Estado. Antes pelo contrário.

Outro dos aspectos importantes deste dia foi justamente o brilhante discurso proferido por João Bénard da Costa (JBC) a propósito da cidade de Setúbal. É uma peça, eventualmente tão literária quanto histórica, mas de invulgar erudição. Pode-se dizer que anda longe da realidade actual, de uma análise objectiva. Mas não será também assim que se constroem os lugares? Não é pelas várias expressões culturais e artísticas que conhecemos tanta coisa que nunca experimentamos realmente? E não é, por vezes, a metáfora a melhor forma de descrever a realidade? Assim fez JBC.

Por último do ponto de vista local foi um ganho. A Setúbal fazem bem iniciativas que nos “puxem para cima”. E esta iniciativa do Presidente da Republica foi a prova disso mesmo - ao qual a Câmara Municipal respondeu condignamente. Contrariando a teoria do “deserto” daqui saiu hoje uma outra imagem de Setúbal para o resto do País.

Setúbal


em Festa.


Encerramento do Festroia, Marchas Populares e as Comemorações do 10 de Junho. É bom ver a cidade assim...
Viva, alegre.

quinta-feira, junho 7

"Esplanar"



É uma das mais apetecidas actividades a desenvolver num dia de feriado, ou de fim-de-semana. Especialmente nas manhãs de Primavera ou Verão. O fresco revigorante e um bom livro ou jornal, permitem ir acordando serenamente. Como deveria ser, mas quase sempre impossível. Bom feriado.

domingo, junho 3

António Barreto


Hoje no Público AB reflecte sobre "A desumanidade da sociedade civil". Vale a pena pensar nisto:
«"Uma esmola dada a um pobre é mais um dia de atraso na revolução", terá dito Lenine ou um dos seus amigos. A esquerda (na qual incluo todas as espécies ditas racionalistas, republicanas, laicas, socialistas ou comunistas) viveu sempre em combate contra a caridade. A seu favor, fica o papel crucial que desempenhou no reconhecimento dos direitos sociais e da igualdade entre todos os cidadãos. Assim como o seu contributo para a criação do Estado-providência. Mas, a seu desfavor, fica a desumanização da assistência aos desprotegidos. O Estado não é eficiente, nem acode rapidamente. Sobretudo, o Estado não é capaz de trazer o que muitas vezes é essencial: o apoio humano, o conforto afectivo e a esperança.ue o Estado não seja capaz de humanidade, não é para admirar. Mas que grande parte dos seus técnicos e funcionários também o não seja, já deixa a desejar. As instituições parecem feitas para enquadrar e regulamentar, não para agir individualmente, com a humana generosidade que, muitas vezes, faz tanta ou mais falta do que o alimento ou o abrigo. Mais ainda: nessa enorme constelação de agências de voluntários, são poucas as organizações e poucas as pessoas que se dedicam a estas sacrificadas actividades por mero espírito de solidariedade laica. Para se dedicarem ao exibicionismo, ao dinheiro e à competitividade, os laicos entregam ao Estado as actividades de protecção e de solidariedade. Pode a sociedade civil distinguir-se pelas liberdades e pela igualdade. Mas falhou radicalmente na fraternidade. »

Barcos 3

Luís Torgal

Laranja Mecânica


Este filme de Stanley Kubrick, baseado em livro de Anthony Burgess, lançado em 1971, é considerado por muitos a sua obra prima. Retrata a violência como condição intrinsecamente humana. Mas evidencia a forma como e “Estado” se pode tornar ainda mais violento ao tentar “desumanizar” quem pretende corrigir. Verdadeiramente paradoxal esta relação entre Estado "corrector" e Individuo prevaricador. Quem será mais violento ?
Filme a não perder hoje na RTP1.

segunda-feira, maio 28

Divulgação

Reabilitar a Cidade




Aconteceu nos passados dias 18 e 19 de Maio algo de raro. Estiveram reunidos em Setúbal cerca de 100 personalidades de todo o País – do Porto a Faro – para reflectirem sobre políticas urbanas. Este encontro denominado «Jornadas Nacionais, (Sociedades de) Reabilitação Urbana: Limitações e Potencialidades» conseguiu, para além de uma abrangência territorial, congregar um conjunto muito alargado de áreas profissionais e disciplinares, assim como diversos organismos e empresas: públicos e privados. Aí se abordou a temática referida segundo várias perspectivas: do planeamento à construção passando pelo património cultural, comércio e sustentabilidade. Onde estiveram também representantes de várias Sociedades de Reabilitação Urbana (SRU), que partilharam, com os presentes, os caminhos (diversos) percorridos até agora. Este evento teve ainda a particularidade de “nascer” a partir da “sociedade civil”. Organizado por duas instituições com naturezas distintas – Santa Casa da Misericórdia de Setúbal e Ordem dos Arquitectos – mas com o interesse comum no aprofundamento deste tema. Tendo este evento sido apoiado por muitas outras entidades e ordens profissionais.

Apesar de este ser um problema que interessa particularmente a Setúbal, o debate orientou-se para as diversas realidades do território nacional. O objectivo principal foi realizar um balanço actual sobre a reabilitação urbana em Portugal. Tão importante como olhar a realidade local é alargar o horizonte, partilhar experiências e pontos de vista. Foi o que fizemos com diversos profissionais e académicos de vários pontos do País. É necessário pensar global para agir localmente.

















Desta troca pudemos concluir o que já intuíamos. Se a incerteza é um dado cada vez mais adquirido para quase tudo, no contexto da reabilitação urbana, ela é ainda maior. A cidade é por definição o lugar onde tudo acontece, mas perante esta enorme complexidade o que devemos fazer? Como poderemos orientar uma política urbana com estes pressupostos? Deveremos ficar apenas a observar? Pensamos que não. Devemos planear para melhorar a realidade. Mas como?

Hoje planear uma cidade já não é elaborar um plano em papel, realizado por uma equipa de gente mais ou menos sábia. Planear positivamente sobre a realidade só é possível se todos a quem se dirige se envolverem na mudança. Não necessariamente através de consensos mas da convergência de interesses, onde o interesse público deve sempre prevalecer. Para que isso possa acontecer pensamos ser indispensável envolver, reflectir, propor, e depois agir sobre a cidade. Por esta ordem. Nasce do desejo de mudança a necessidade de mudar. Mas a incerteza e a complexidade devem ser trazidos para o “interior” dos processos e das organizações. Não se deve partir para um processo de reabilitação urbana a partir de uma organização. Mesmo se esta for uma empresa. Deve-se antes perguntar à cidade o que é que esta “deseja ser” e depois tentar perceber como satisfazer “esse desejo”.

Se estivermos a falar do seu centro urbano ou “histórico”, pouco podemos fazer por este se não pensarmos primeiro na cidade, no seu conjunto. Só depois de sabermos o que esta quer ser poderemos dizer às suas diversas “partes” como podem contribuir para o seu todo.

Numa cidade como Setúbal o conceito de reabilitação urbana faz sentido ser aprofundado e não só no seu centro. Mas reabilitar a zona da “baixa” da cidade não se pode cingir a um plano ou mesmo a uma nova empresa. Primeiro deve-se saber o que se quer e só depois procurar como o realizar. A forma correcta de o fazer é o nosso “ovo de Colombo” no futuro próximo. Sejamos tão criativos quanto o foi o navegador.


Publicado hoje no Jornal de Setúbal

quarta-feira, maio 23

Barcos


Luís Torgal

Divulgação



Amigos



O Concurso Literário Manuel Maria Barbosa du Bocage,


é o mais importante certame que a Lasa leva a efeito ao longo do ano. Nos anos anteriores, o concurso teve a participação de autores de Portugal, de Moçambique, do Luxemburgo, da França, dos Estados Unidos e uma grande participação dos autores brasileiros que nos três últimos anos venceram por duas vezes o Prémio principal do concurso. Tem-se realizado assim a vocação internacional deste concurso que ultrapassou claramente as fronteiras nacionais para se afirmar cada vez mais como um certame que, para além de homenagear a figura mais emblemática da história cultural da cidade, tem procurado incentivar a criatividade e fomentar o aparecimento de novos valores no campo da Poesia e Ensaio.

Muito deste sucesso deve-se à generosa participação dos elementos do Júri que com inegável competência têm sabido analisar pormenorizadamente os trabalhos concorrentes segundo critérios de qualidade e escolher os que darão a garantia da excelência do concurso. Para o IX Concurso(2007) o júri é constituído por:


Professor Doutor Luís Maria Pedrosa dos Santos Graça - Professor Auxiliar da Universidade Católica.
Professora Doutora Laurinda Abreu - Professora Auxiliar da Universidade de Évora.
Jorge de Morais - Investigador(História e Estudos Ingleses), Jornalista e Escritor.


Comemorar Bocage, é também lançar pontes de solidariedade e de união entre os povos que falam a mesma língua, razão pela qual, o Concurso é extensivo aos poetas dos Países de Língua Oficial Portuguesa-PALOP .

Contudo o êxito de uma iniciativa destas tem a ver também com a forma como se divulgam e se publicitam a natureza do concurso, o regulamento e outros aspectos do mesmo.
Tentando atingir todos os públicos e os possíveis candidatos ao concurso, e para além dos canais habituais de divulgação que utilizamos, pedíamos a vocês que divulgassem o mesmo junto dos vossos amigos, das vossas organizações ou onde achassem importante fazê-lo.

Desde já o meu muito obrigado e como sempre estou ao dispôr para qualquer esclarecimento ou dúvidas sobre o concurso.


Carlos Silveira
Lasa



LASA
Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão
PRÉMIO LITERÁRIO
MANUEL MARIA BARBOSA DU BOCAGE
9.ª Edição
PROMOTOR
Lasa - Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão
Concorrentes
Autores de Língua Portuguesa
Modalidade e Prémios
O Prémio monetário nas modalidades de Poesia e Ensaio será de 1500 euros para cada uma delas. O Prémio monetário nas modalidade Revelação será de 1000 euros. A cada autor dos trabalhos premiados serão atribuídos 50 exemplares da edição promovida pela LASA.
DATAS
Limite para a entrega dos trabalhos: 10 de Julho de 2007. Entrega dos prémios: 15 de Setembro de 2007- Dia de Bocage e da Cidade.
Regulamento disponível por pedido para:
LASA - Apartado 292, 2901-901 Setúbal, Portugal
Telef./Fax: +351265235000
Email: info@lasa.pt
Consulte a informação no site Lasanet em www.lasa.pt
É indispensável consultar o Regulamento


Setúbal, Cidade do Rio Azul, 16 de Abril de 2007

Pela Direcção


Carlos Alberto Pires da Silveira
Presidente



IX CONCURSO LITERÁRIO “MANUEL MARIA BARBOSA DU BOCAGE”

CONCURSO DE POESIA E DE ENSAIO

2007





REGULAMENTO



Art.º 1º - Objectivos



1 – A Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão (LASA) leva a efeito, no ano de 2007, o IX Concurso Literário “Manuel Maria Barbosa du Bocage”- Concurso de Poesia e Ensaio, como forma de promover a criatividade no campo da poesia e do ensaio, de incentivar o aparecimento de novos valores e de divulgar a obra deste grande Poeta Nacional, nascido em Setúbal - Cidade do Rio Azul, e homenageando os 242 anos do seu nascimento.



Art.º 2º - Modalidades.



1 - Os prémios são atribuídos nas modalidades de Poesia, Ensaio e Revelação.



1.1 - A modalidade de Poesia contempla qualquer versão inédita, de tema livre, em poesia, com os limites entre 20 e 30 páginas dactilografadas, em formato A4.



1.2 - A modalidade de Ensaio contempla texto em prosa, inédito, que aborde a Temática Bocagiana ou Estudo Livre de Temática Local, de âmbito histórico-cultural, com os limites entre 15 e 30 páginas dactilografadas, em formato A4.



1.3 - A modalidade Revelação contempla trabalho inédito, com os limites entre 5 e 10 páginas dactilografadas, em formato A4, em qualquer das duas anteriores modalidades, produzido por jovens com idade até 20 anos, completados até 15 de Setembro de 2007.



1.4 - Os trabalhos apresentar-se-ão agrafados com as folhas numeradas ou com as folhas presas por qualquer outro processo similar, devendo obedecer às seguintes normas de apresentação:

1.4.1 – A letra a utilizar será do tipo “times new roman” ou equivalente, com 12 como tamanho mínimo.

1.4.2 – A separação entre linhas terá o mínimo de 1,5 espaços.

1.4.3 – Nas modalidades de poesia, um poema poderá ocupar mais do que uma página, mas não poderá haver mais do que um poema por página.





Art.º 3º Apresentação de Candidaturas.



1 - Cada candidato só pode concorrer a uma das três categorias.



2 – É possível o mesmo concorrente concorrer com vários trabalhos. Contudo cada trabalho concorrente deverá ter um pseudónimo diferente e respeitar sempre o ponto 1.



3 - Poderão concorrer todos os autores de Língua Portuguesa.



4 - Os trabalhos concorrentes, obrigatoriamente em língua portuguesa, deverão manter-se inéditos até à sua publicação em livro, nos termos do regulamento.



5 - Os trabalhos deverão ser enviados até ao dia 10 de Julho de 2007 (data de correio) e dirigidos a:

Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão

Apartado 292

2901- 901 SETÚBAL



6 - Os originais dos trabalhos deverão ser enviados em quatro exemplares, assinados com pseudónimo, mencionando a categoria a que concorrem, para a direcção indicada no número anterior e com a indicação” Concurso Literário Manuel Maria Barbosa du Bocage”.



7 - Cada trabalho será acompanhado de sobrescrito lacrado contendo no exterior o pseudónimo do autor e, no interior, uma ficha de identificação com os seguintes elementos: nome, idade, nacionalidade, naturalidade, profissão, local de residência, telefone, fax, telemóvel ou endereço electrónico e fotocópia do Bilhete de Identidade.



8 - Não poderão ser candidatos a este concurso os vencedores das duas edições anteriores, nem os elementos dos Corpos Sociais da LASA nem os membros do júri.



Art.º 4º- Organização



1 - Só serão abertos os sobrescritos de identificação relativos aos trabalhos premiados, após decisão do júri.



2 - Se o concorrente desejar a devolução do respectivo trabalho, deverá enviar junto com o mesmo um envelope devidamente franquiado, devendo no endereço constar o pseudónimo utilizado para o concurso.



Art.º 5º- Júri
1 - Os prémios serão atribuídos por um júri de selecção, que avaliará todas as composições literárias concorrentes.

2 - O júri será constituído por três elementos convidados pela Direcção da LASA.

3 - A atribuição dos prémios, um para cada categoria, será decidida por maioria de votos, reservando – se ao júri o direito de não atribuir prémio em qualquer das modalidade se a qualidade das composições assim o justificar.



Art.º 6º Divulgação dos Prémios.

1 - A decisão do júri, de que não haverá recurso, será tornada pública e divulgada junto dos órgãos e comunicação social e no site da LASA, em www.lasa.pt.

2 - A apresentação dos trabalhos premiados será efectuada no dia 15 de Setembro, Dia de Bocage , em sessão pública.



3 - A entrega dos prémios será efectuada pessoalmente aos vencedores ou aos seus representantes, desde que possuidores de procuração notarial (condição obrigatória), na sessão pública referida no número anterior.



Art.º 7º - Prémios



1 - Os trabalhos vencedores em cada uma das modalidades serão publicados em livro pela LASA, a quem pertencem os respectivos direitos relativamente à primeira edição, que terá uma tiragem não superior a 500 exemplares.



2 - A cada autor dos trabalhos premiados serão atribuídos cinquenta exemplares da edição promovida pela LASA e um prémio monetário.



3 - O prémio monetário nas modalidade de Poesia e Ensaio será de 1.500 euros para cada uma delas.



4 - O prémio monetário na modalidade Revelação será de 1.000 euros.



5 - Não haverá prémios ex- aequo.



Art.º 8º - Considerações Finais.



1 - Em caso de não levantamento do prémio, o seu valor reverterá a favor da LASA ou de instituição a favor da qual a entidade promotora do concurso decida.



2 - Os casos omissos e as dúvidas de interpretação deste “Regulamento” serão resolvidas pelo Júri, que, para questões não relacionadas com o conteúdo ou forma dos trabalhos concorrentes, poderá ouvir a Direcção da LASA.



3 - Uma vez enviados os trabalhos, considera-se que os concorrentes conhecem e aceitam as cláusulas do presente “Regulamento “.