segunda-feira, agosto 18
quinta-feira, agosto 14
Em viagem

O colossal Efebo o David de Miguel ângelo

As Piagio sempre presentes
A Piazza da Santissima Annunziata com o Ospedale degli Innocenti de Brunelleschi
A verdeira praça Renascentista à escala humana.
Quarto dia
Florença é uma cidade marcante do ponto de vista histórico mas foi, para nós num certo sentido, uma decepção.
O trânsito local de acesso à cidade era verdadeiramente confrangedor. Os nossos acessos a Lisboa pareciam relativamente organizados se comparados com os desta capital da Toscânia. Chegar ao centro era uma verdadeira epopeia. A cidade circula em torno do centro sem se deixar penetrar. Está feito para o turismo de agência os aventureiros como nós estão condenados ao sofrimento e… ao insulto dos locais que são condutores mais impacientes que os nossos conterrâneos do Porto. Para além de serem mais agressivos.
Outra decepção foi Florença à noite. Uma verdadeira cidade fantasma. As ruas tinham trânsito mas para além disso, nada. Nem iluminação. Jantamos numa praça central depois de algum esforço e acaso para lá chegar e só depois das 10 começou a chegar gente que e visse.
Positivo foi termos comido muito bem graças aqueles encontros que a língua comum proporcionam. Quem nos serviu foi uma brasileira muito simpática que já vinha de Londres e, após o Verão, fazia tensão de percorrer toda Europa de Leste. Tivemos o privilégio de comer bem e de recebermos informações úteis sobre Florença e os florentinos.
A cidade parece estar completamente entregue a uma espécie de funcionalismo turístico. E esse só é rentável de dia e, mesmo assim, ninguém serve um almoço depois das 3 horas da tarde. Não, não dormem sesta, apenas não lhes apetece trabalhar mais. Há noite não abrem. Pelos vistos não têm turistas em “pacote” que cheguem.
Florença parece estar apenas dependente da história. Não é pouco, mas as cidades não se podem fazer só de uma ideia de passado e de pedras. As cidades são sempre feitas por pessoas.
O resto é Arte...

sexta-feira, agosto 8
Em viagem

Montra de restaurante em Florença
Terceiro dia
Génova é uma cidade portuária com uma dimensão considerável. Percebe-se pela imponência dos edifícios de então que foi um porto muito importante no início do século XX.
Seguimos de seguida para sul. Túneis e mais túneis durante a viagem para Pisa. Em Pisa uma inevitável paragem para ver o Torre, o Duomo e o Baptistério. O Almoço só podia ser pizza. Volta pela pequena cidade e de volta à estrada.
De caminho para Florença paramos em Vinci. Sim a do Leonardo. Um reencontro com um dos nossos personagens de culto. Faltava ver o sítio onde nasceu e cresceu.
Por fim Florença. Uma Bela cidade mas com uma organização de tráfego muito confusa e uma condução que põe os Napolitanos envergonhados. Um horror.
Final do dia jantar numa bela praça central. Estranho foi ter percebido que Florença há noite é pouco mais do que uma cidade fantasma. O turismo é feito em pacote e de dia.
quinta-feira, agosto 7
Início de Viagem
Primeiro dia
A viagem começou bem cedo. O nascer do Sol foi já a caminho de Madrid.
Atravessar a Meseta Ibérica, até à Catalunha, não é brincadeira. Mas foi espectacular.
Segundo dia
Atravessar a fronteira para França. Tomar banho perto de Canne . Fazer o percurso do Formula 1 em Monte Carlo (Mónaco) e atravessar dezenas de túneis até Génova, para ai dormir, foi a aventura do segundo dia.
sábado, agosto 2
sexta-feira, agosto 1
Água em Marte
A sonda Phoenix descobriu água em Marte, o que segundo a comunidade científica coloca, de novo, a possibilidade da existência de vida, passada ou presente, naquele planeta.
Acreditamos que estas descobertas são, para a humanidade, uma enorme possibilidade de futuro. O aumento demográfico tendencial e a necessidade de aumentar e melhorar o nível de vida para toda a humanidade só podem ter como consequência a expansão do homem para o “espaço”. Sabemos que parece ficção científica, mas ao longo da história, foi sempre assim que se resolverem os excessos demográficos e o esgotamento dos recursos, saindo para o “espaço” desconhecido. Até agora, ao que parece, foi sempre no nosso pequeno planeta. Mas assim que a tecnologia o permitir (ou a necessidade o exigir), alguém duvida que colonizaremos outros planetas ou os seus satélites?
O conceito de sustentabilidade é um conceito equivoco, apesar de respeitável. Nunca será possível manter para as “próximas gerações os recursos que possuímos”. O aumento da riqueza dos últimos séculos só foi possível com um enorme aumento de consumo de recursos e um combustível muito potente, o petróleo, que nos permitiu uma fonte energética, barata de obter e altamente rentável, apesar de esgotável. Logo não “legável” às gerações vindouras. A dependência do petróleo é muito superior à que o senso comum e alguma elite ambientalista querem fazer crer, para a manutenção do nosso modo de vida. Apesar de as energias alternativas estarem a dar os primeiros passos sérios, alguém dúvida que se o petróleo acabasse amanhã a nossa civilização entraria num colapso? Muito provavelmente maior do que a denominada “Queda do Império Romano”?
Para a humanidade continuar a “crescer e multiplicar-se”, a sua verdadeira natureza – apesar de esta simples evidência, entre nós, andar um pouco esquecida - só vemos uma hipótese, ir buscar espaço e recursos fora do nosso planeta. Não existe alternativa.
Sendo aparentemente fora do tempo estas descobertas são, talvez, dos factos contemporâneos mais relevantes para a nossa história comum.
segunda-feira, julho 28
domingo, julho 27
quinta-feira, julho 24
segunda-feira, julho 21
Amy Winehouse

Esta é, eventualmente, a cantora Pop da década. O próximo Mito do início do século XXI. Tem tudo para isso. Voz, carisma e talento não faltam. Mas, mais importante de tudo, é nova e transporta consigo o lastro da tragédia. A tragédia é um elemento indispensável à criação do Mito. E sendo jovem é, absolutamente, indispensável.
Winehouse, foi para nós, até há bem pouco tempo, apenas um nome. Com frequência os seus escândalos vêm noticiados. Confessamos que conhecia pouco da sua obra. Apenas o que passava na rádio com mais frequência. Mas só após o seu concerto em Lisboa, no Rock in Rio, a nossa “consciência” auditiva se apercebeu do seu real valor. Contrariamente à maioria das pessoas o seu concerto não constituiu, para nós, uma desilusão. Antes pelo contrário. Só a partir de então, não sabemos se por antipatia pelo julgamento “moral” que fizeram da criatura por actuar para além do estado de bêbada, resolvemos dar uma oportunidade séria a Amy e ouvir com atenção a sua obra. E que obra. É de facto muito boa. Só nos admiramos, em certa medida, do sucesso que tem entre os jovens. Pois a sua sonoridade, especialmente a de Back to Black, é de outros tempos, apesar da sua voz invulgar tornar tudo intemporal.
Os ventos parecem estar pouco contemplativos com a autodestruição. Está toda a gente com a paranóia do politicamente correcto, onde a saúde surge como um dos novos Deuses. Por isso todos condenam as “drogas” e o álcool” ingerido por Winehouse (nome sugestivo). Ainda mais quando o faz sem pedir desculpa a ninguém. No entanto, o que não percebem é que a “juventude” se pela por ter uma “incompreendida” por ídolo. E que os mais velhos, condenando a personagem, só a alimentam. O “fosso de gerações”, apesar de ninguém já querer ser velho, ainda tem o seu peso.
Até Amy percebeu isso. A cada escândalo que faz vende mais discos. Gozar o prato é, apesar de tudo, a maneira mais inteligente de jogar este jogo. Sabendo que cada geração reclama o seu mártir, temos dúvidas se a ironia de Amy irá permitir que ela se torne no próximo.(?)
No que a nós nos diz respeito só a sua música interessa. Sem julgamento moral, apenas o estético. E, esse é, indiscutivelmente, muito positivo.
Deus a conserve.
Winehouse, foi para nós, até há bem pouco tempo, apenas um nome. Com frequência os seus escândalos vêm noticiados. Confessamos que conhecia pouco da sua obra. Apenas o que passava na rádio com mais frequência. Mas só após o seu concerto em Lisboa, no Rock in Rio, a nossa “consciência” auditiva se apercebeu do seu real valor. Contrariamente à maioria das pessoas o seu concerto não constituiu, para nós, uma desilusão. Antes pelo contrário. Só a partir de então, não sabemos se por antipatia pelo julgamento “moral” que fizeram da criatura por actuar para além do estado de bêbada, resolvemos dar uma oportunidade séria a Amy e ouvir com atenção a sua obra. E que obra. É de facto muito boa. Só nos admiramos, em certa medida, do sucesso que tem entre os jovens. Pois a sua sonoridade, especialmente a de Back to Black, é de outros tempos, apesar da sua voz invulgar tornar tudo intemporal.
Os ventos parecem estar pouco contemplativos com a autodestruição. Está toda a gente com a paranóia do politicamente correcto, onde a saúde surge como um dos novos Deuses. Por isso todos condenam as “drogas” e o álcool” ingerido por Winehouse (nome sugestivo). Ainda mais quando o faz sem pedir desculpa a ninguém. No entanto, o que não percebem é que a “juventude” se pela por ter uma “incompreendida” por ídolo. E que os mais velhos, condenando a personagem, só a alimentam. O “fosso de gerações”, apesar de ninguém já querer ser velho, ainda tem o seu peso.
Até Amy percebeu isso. A cada escândalo que faz vende mais discos. Gozar o prato é, apesar de tudo, a maneira mais inteligente de jogar este jogo. Sabendo que cada geração reclama o seu mártir, temos dúvidas se a ironia de Amy irá permitir que ela se torne no próximo.(?)
No que a nós nos diz respeito só a sua música interessa. Sem julgamento moral, apenas o estético. E, esse é, indiscutivelmente, muito positivo.
Deus a conserve.
ISTAMBUL - MEMÓRIAS DE UMA CIDADE

Orhan Pamuk, foi, do ponto de vista literário, a nossa descoberta deste verão. A Editorial Presença acabou de editar (15-7-2008) a sua primeira edição em português. Ainda estamos a ler o livro mas a leitura está rápida, apesar dos muitos afazeres (meio férias meio trabalho).
Pamuk reúne neste livro, publicado no ano em que ganhou o seu prémio Nobel, dois temas que me fascinam: A Biografia e a Cidade. O género literário biográfico ou, como no caso, autobiográfico é-nos particularmente caro. As cidades são para nós a mais fascinante obra humana. A mais complexa e impenetrável, e por isso mesmo, fascinante realização do homem. Mais correctamente dos homens, pois é fruto de um conjunto de vontades e não de uma só. E só existe no tempo. Ao longo dele, dependente dele.
Este autor Turco, que ainda estudou Arquitectura, mas a tempo se tornou escritor, é um verdadeiro apaixonado pela cidade. A sua cidade de Istambul. E através dela nos vai contando a sua própria história de vida, descrita de forma crua, mas simples. Sempre acompanhada por fotografias e gravuras. A preto e branco. Contrastadas e nostálgicas como a sua escrita.
sexta-feira, julho 18
quarta-feira, julho 16
domingo, julho 13
Amanhã - Coimbra

1º Encontro português de jovens investigadores na área do planeamento regional e urbano
Departamento de Engenharia Civil da FCT - Universidade de Coimbra
«Dirigido a jovens investigadores, bem como aos seus orientadores académicos, este encontro pretende colmatar a ausência de espaços de partilha de experiências de investigação na área do planeamento regional e urbano. Pretende-se também motivar a criação de plataformas de trabalho extra-instituições e que no futuro possam servir a prática de planeamento.
O encontro, que se pretende informal, é vocacionado para investigadores que tenham desenvolvido pelo menos um ano de investigação no âmbito da sua tese de doutoramento e que ainda não a tenham concluído. O objectivo não é apresentar resultados, mas sim discutir e relacionar objectivos e métodos de investigação.Cada investigador é convidado a enviar um “extended abstract” com duas páginas A4, de acordo com modelo disponibilizado, até ao dia 2 de Junho (prolongamento do prazo). Este deverá descrever a investigação em curso, indicando os seus objectivos e métodos, e deverá ser anexado à ficha de inscrição com os dados de identificação necessários. A aceitação dos trabalhos será comunicada até 15 de Junho e o programa final será divulgado a 20 de Junho.
Serão seleccionados 15 investigadores para apresentar comunicação no encontro, de acordo com a relevância do trabalho para os objectivos de debate e partilha de experiências enunciados. Os investigadores seleccionados deverão preparar uma apresentação de Power Point com cerca de 15 slides para uma comunicação de um máximo de 15 minutos, a cumprir rigorosamente, permitindo concentrar o encontro num único dia e assegurando o necessário espaço para o debate. As línguas admitidas para o encontro são o Português e o Inglês. Todos os orientadores dos investigadores participantes serão convidados a assistir. »
Nós fomos um dos investigadores seleccionados e estaremos a apresentar o ponto da situação do nosso doutoramento, pelas 10.45 da manhã. A comunicação terá o titulo da tese:
“Urbanismo Escolar nas Cidades Médias em Portugal”
O ENCONTRO DECORRERÁ NO POLO II DA UC, DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL, LABORATÓRIO DE URBANISMO E TRANSPORTES - SALA SA 3.6 A PARTIR DAS 9H30 DO DIA 14.O7.
A não perder...
Hoje
sexta-feira, julho 11
quarta-feira, julho 9
Novidades

Hoje na Newsletter da Ordem dos Arquitectos SRS - Edição nº 70 – 9 Julho 2008
«Concurso público para o Mercado do Livramento de Setúbal
Em preparação
Os Serviços de concursos preparam um concurso para o Mercado do Livramento, em Setúbal, uma construção do início do segundo quartel do século XX, na Avenida Luísa Todi.
Pretende-se, com o concurso, manter as características formais de arquitectura do edifício, modernizando-o e adaptando-o às actuais exigências funcionais. Entre outras, fazem parte das intenções da Câmara Municipal de Setúbal:
Criação de um pólo museológico dedicado à Metrologia Reforços estruturais Trabalhos de impermeabilização e instalações eléctricas Reorganização funcional Construção de novas bancadas e redes de água/esgotos respectivas Novos acessos ao primeiro andar e galeria Novas instalações sanitárias Nova Cobertura Novos pavimentos Cuidados ao nível da pintura e vãos. »
«Concurso público para o Mercado do Livramento de Setúbal
Em preparação
Os Serviços de concursos preparam um concurso para o Mercado do Livramento, em Setúbal, uma construção do início do segundo quartel do século XX, na Avenida Luísa Todi.
Pretende-se, com o concurso, manter as características formais de arquitectura do edifício, modernizando-o e adaptando-o às actuais exigências funcionais. Entre outras, fazem parte das intenções da Câmara Municipal de Setúbal:
Criação de um pólo museológico dedicado à Metrologia Reforços estruturais Trabalhos de impermeabilização e instalações eléctricas Reorganização funcional Construção de novas bancadas e redes de água/esgotos respectivas Novos acessos ao primeiro andar e galeria Novas instalações sanitárias Nova Cobertura Novos pavimentos Cuidados ao nível da pintura e vãos. »
quinta-feira, julho 3
quarta-feira, julho 2
Uma aposta arriscada

A entrevista de Manuela Ferreira Leite (MFL) ao programa Cartas na Mesa (TVI), de Constança Cunha e Sá (CCS), foi estranha para os tempos de hoje. Foi uma entrevista chata. Chata porque não foi uma entrevista de charme. Não vendeu ilusões. Não fez promessas avulsas. Não foi atrás dos fait-divers habituais.
Às perguntas sem importância respondeu com alguma irritação. Só falou do que lhe parecia importante. Falou de coisas simples e prosaicas como: “não devemos gastar o dinheiro que não temos”; não se podem fazer investimentos que hipotequem as próximas décadas do país”, “não se deve esperar que a oposição, enquanto oposição faça propostas alternativas, mas que pergunte ao governo como está a governar”; “a união entre homossexuais não se deve chamar casamento, nem ter o mesmo estatuto” (citado de memória). Tudo coisas simples, sem segundas intenções e por isso muito difícil de entender pelo nosso discurso comunicacional. Foi interessante ver como CCS tentava “furar” com as rasteiras do costume, mas a resposta nunca ia para o sentido pretendido.
A aposta de MFL é simples e clara. Falar do que é importante e falar verdade. Deixar o resto. É uma aposta arriscada. Muito pouco “fotogénica”. No nosso entender é a aposta certa, o que não quer dizer que seja uma aposta vencedora. Nem sempre a razão ganha nas urnas.
Às perguntas sem importância respondeu com alguma irritação. Só falou do que lhe parecia importante. Falou de coisas simples e prosaicas como: “não devemos gastar o dinheiro que não temos”; não se podem fazer investimentos que hipotequem as próximas décadas do país”, “não se deve esperar que a oposição, enquanto oposição faça propostas alternativas, mas que pergunte ao governo como está a governar”; “a união entre homossexuais não se deve chamar casamento, nem ter o mesmo estatuto” (citado de memória). Tudo coisas simples, sem segundas intenções e por isso muito difícil de entender pelo nosso discurso comunicacional. Foi interessante ver como CCS tentava “furar” com as rasteiras do costume, mas a resposta nunca ia para o sentido pretendido.
A aposta de MFL é simples e clara. Falar do que é importante e falar verdade. Deixar o resto. É uma aposta arriscada. Muito pouco “fotogénica”. No nosso entender é a aposta certa, o que não quer dizer que seja uma aposta vencedora. Nem sempre a razão ganha nas urnas.
quinta-feira, junho 26
quarta-feira, junho 25
Junho outra vez
O mês de Junho tem sido marcante nas nossas vidas. Desde Sempre. De falecimento, casamento e nascimento, surpresas e outros eventos, temos tido de tudo um pouco. O deste ano não foi excepção. Por isso temos andado ausentes. Muito se tem passado entretanto.
O nosso pai chegou aos 71 anos e a nossa filha aos 11. Os dois (nesta foto) num diálogo de gerações encontram-se, pequenos mas firmes, perante a imensidão do mundo que os rodeia. Mas não o temem. A sua firmeza está na continuidade desse diálogo. Mesmo quando a racionalidade (ainda ou já) não o habita e apenas a ternura perdura, o amor permanece e tudo o resto sobra.
Hoje em dia, é cada vez mais difícil manter este contacto entre gerações. Todos são arrumados entre: infantários, escolas, escritórios ou lares. Todos muito espartilhados por compartimentos. Os velhos com velhos, as crianças com crianças. Muito pouco, uns com os outros. De tal forma que, às tantas, ninguém consegue comunicar. Primeiro entre gerações, depois intra, e por fim, nem mesmo com o seu próprio espelho.
O que não percebemos, ou geralmente temos dificuldade em entender, é que o ser humano só existe em relação. E só nessa relação somos alguém. O simples desconhecimento desta realidade leva a que, por preguiça, comodismo, pragmatismo, simples egoísmo ou aparente conforto, percamos o essencial por ausência do outro. No entanto, sem relação resta apenas a solidão.
Foi esta verdade, simples mas tão subtil, que Junho nos trouxe outra vez. Obrigado.
quarta-feira, junho 18
sábado, junho 14
Subscrever:
Mensagens (Atom)



















