sexta-feira, agosto 1

Água em Marte



A sonda Phoenix descobriu água em Marte, o que segundo a comunidade científica coloca, de novo, a possibilidade da existência de vida, passada ou presente, naquele planeta.

Acreditamos que estas descobertas são, para a humanidade, uma enorme possibilidade de futuro. O aumento demográfico tendencial e a necessidade de aumentar e melhorar o nível de vida para toda a humanidade só podem ter como consequência a expansão do homem para o “espaço”. Sabemos que parece ficção científica, mas ao longo da história, foi sempre assim que se resolverem os excessos demográficos e o esgotamento dos recursos, saindo para o “espaço” desconhecido. Até agora, ao que parece, foi sempre no nosso pequeno planeta. Mas assim que a tecnologia o permitir (ou a necessidade o exigir), alguém duvida que colonizaremos outros planetas ou os seus satélites?

O conceito de sustentabilidade é um conceito equivoco, apesar de respeitável. Nunca será possível manter para as “próximas gerações os recursos que possuímos”. O aumento da riqueza dos últimos séculos só foi possível com um enorme aumento de consumo de recursos e um combustível muito potente, o petróleo, que nos permitiu uma fonte energética, barata de obter e altamente rentável, apesar de esgotável. Logo não “legável” às gerações vindouras. A dependência do petróleo é muito superior à que o senso comum e alguma elite ambientalista querem fazer crer, para a manutenção do nosso modo de vida. Apesar de as energias alternativas estarem a dar os primeiros passos sérios, alguém dúvida que se o petróleo acabasse amanhã a nossa civilização entraria num colapso? Muito provavelmente maior do que a denominada “Queda do Império Romano”?

Para a humanidade continuar a “crescer e multiplicar-se”, a sua verdadeira natureza – apesar de esta simples evidência, entre nós, andar um pouco esquecida - só vemos uma hipótese, ir buscar espaço e recursos fora do nosso planeta. Não existe alternativa.

Sendo aparentemente fora do tempo estas descobertas são, talvez, dos factos contemporâneos mais relevantes para a nossa história comum.


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