Domingo, Novembro 29

River Sado Today


View from Setúbal to Tróia.

The soup I never tried.


Sábado, Novembro 28

Coimbra



Está com mais encanto. Depois de alguns anos em que a cidade parecia estar perder protagonismo pareceu-nos estar outra vez com grande pujança. Uma Universidade forte, um sector de saúde em afirmação e uma requalificação urbana, lenta mas segura, dos seus locais históricos estão a transportar a cidade para o século XXI.

Uma agradável estadia num congresso de Geógrafos de onde saímos com a sensação de estarmos mais acompanhados do que pensávamos. A mudança societal que atravessamos também se reflecte na Geografia Portuguesa. Valeu a pena.

Quinta-feira, Novembro 26

VII CONGRESSO DA GEOGRAFIA PORTUGUESA

Quarta-feira, Novembro 25

Parabéns Filho

MOMA

New York 2009


Já lá vão 14. Não direi o habitual, parece que foi ontem, mas não andamos longe dessa sensação.
O que podemos verificar é que ele não parou de "subir", de crescer, e isso é tudo o que um pai deseja assistir.

Segunda-feira, Novembro 23

Importa-se de repetir...

«Presidente angolano quer "tolerância zero" do MPLA à corrupção
José Eduardo dos Santos diz que "gente de má-fé" está a delapidar as riquezas do país»

Hoje no Público

Sábado, Novembro 21

Very good music


This was a surprise. I didn’t know them. Thank you E.
But for the ones who appreciate nice eclectic music with a jazz touch, enjoy

Sexta-feira, Novembro 20

Today Berkeley will have a little more of the Portuguese Soul



Have a good concert

Quinta-feira, Novembro 19

Orange-tree in the city sky

Terça-feira, Novembro 17

O País está a mudar mais do que pensamos


"Pais querem filhos a estudar em casa durante recuperação

Por Bárbara Wong hoje no Público



Nos primeiros dias estão mais prostrados, com febre alta, dores de cabeça, de garganta ou de barriga, mas só depois de sete dias é que podem regressar à escola. Até lá, os alunos com sintomas de gripe A podiam ir fazendo trabalhos para acompanhar o que se passa na sala de aula, defendem os pais. No entanto, a actuação das escolas varia muito.

Há professores que mandam trabalhos para casa, outros telefonam aos encarregados de educação e informam sobre o que os educandos podem ir fazendo enquanto não regressam à escola. Os mais tecnológicos deixam exercícios ou propostas na plataforma Moodle (um sistema on-line usado pelas escolas para informação e gestão da aprendizagem) para os alunos consultarem, ou enviam trabalhos por correio electrónico. O problema, dizem alguns directores de escolas contactadas pelo PÚBLICO, é que nem todos os pais se preocupam com esta matéria e muitas famílias não têm acesso à Internet."

Red Independent Heart




One of the most interest contemporaneous artist in Portugal. She is working with traditional materials and techniques in a modern approach. Changing scale and the mining of the objects like in the Pop Art, but using Portuguese crafts tradition, Joana creates a very original pieces and even urban interventions.

Segunda-feira, Novembro 16

Our Cat


Quinta-feira, Novembro 12

The Door


The Uplands
Berkeley

Terça-feira, Novembro 10

The Bridges



As pontes são para nós fascinantes.Unem mas também separam. Durante a Idade Média as pontes na europa tinham de ter autorização papal. Era o Sumo Pontífice o único que podia estabelecer as ligações pois só alguns podiam saber aquilo que deve ser conectado.

As pontes ligam margens, mas constituem-se em elementos de valorização da paisagem. Acabam por se tornar o mais notável dos elementos do seu território envolvente. São o devir das margens e o pórtico dos rios. Têm essa dupla função o que lhes confere ainda mais ambiguidade.

Ponte 25 de Abril

Lisboa

Segunda-feira, Novembro 9

7º Congresso Nacional da Administração Pública - INA

” Estado e Administração na resposta à crise”,

10 e 11 Novembro 2009, Centro de Congressos de LisboaAIP, Junqueira, Lisboa
Amanhã estamos aqui...

Já foi há 20 anos


Nascemos já com o Muro de Berlim. Crescemos com um mundo dividido entre o Ocidente e o Leste. O Muro caiu. De repente tudo mudou. Percebemos então que outras divisões menos ideológicas e mais reais existiam no mundo. Mas sabe sempre bem mandar abaixo um muro. Todos os muros.




Sexta-feira, Novembro 6

O País está a mudar mais do que pensamos



«Metade do país já usa o computador mas não a Net


Pela primeira vez, o Instituto Nacional de Estatística (INE) regista que mais de metade dos portugueses entre os 16 e os 74 anos usa computador. Os dados, divulgados ontem, revelam que 56 por cento das famílias têm um computador e que 51,4 por cento da população utiliza esta tecnologia.

O relatório, que diz respeito ao primeiro trimestre deste ano (o que já integra computadores e placas de Internet dos programas e-escolas e e-escolinhas), indica ainda que o acesso à Internet de banda larga passou a existir em 46,2 por cento dos agregados familiares - uma subida significativa face aos 39,3 por cento do ano passado. No entanto, a penetração total de Internet (banda larga e estreita) pouco mudou: 46 por cento dos agregados estavam online em 2008, valor que subiu ligeiramente este ano, para os 47,9 por cento. »

Hoje no Jornal Público

Quinta-feira, Novembro 5

abstract art

12º CONGRESSO DOS ARQUITECTOS


TEMA:


Arquitectura para Todos: uma Política Pública de Arquitectura para Portugal


SUBTEMA 01: ARQUITECTURA E AMBIENTE CONSTRUÍDO

PAINEL 01.01: Ordenamento e Reabilitação de Cidades e Territórios
PAINEL 01.02: Combate às Alterações Climáticas e Sustentabilidade das Cidades e Edifícios

SUBTEMA 02: ARQUITECTURA E CULTURA

PAINEL 02.01: Inovação e Criatividade em Arquitectura
PAINEL 02.02: Conservação e Valorização do Património Construído

SUBTEMA 03: ARQUITECTURA E EXERCÍCIO PROFISSIONAL
PAINEL 03.01: Legislação, Encomenda Pública e Defesa dos Consumidores
PAINEL 03.02: Habilitação, Capacitação e Responsabilidade Profissional

SUBTEMA 04: ARQUITECTURA E CIDADANIA

PAINEL 04.01: Participação das Comunidades e dos Cidadãos
PAINEL 04.02: Educação com a Arquitectura




Local: Casa das Artes, Parque de Sinçães, Vila Nova de Famalicão * Data: 10, 11 e 12 de Dezembro



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Vamos participar

visão verde


Para quem se interessa por ambiente urbano e gestão de cidades numa nova perspectiva, não pode perder a edição de hoje da Revista Visão. A informação e reflexão ai proporcionada é indispensável para os dias de hoje.
Esta é a prova de que o jornalismo de causas (e efeitos) ainda pode ser muito útil. Parabéns à Visão.

Quarta-feira, Novembro 4

My favorite season

Today
P 39


Seven Ingredients for Low Carbon Cities


PRESS RELEASE

45th ISOCARP Congress, Porto/Portugal, 18-22 October 2009



Porto has just hosted an extremely important international congress on the possibilities for low carbon cities, which is an especially hot topic at the moment given the concerns about climate change. A joint effort by the International Society of City and Regional Planners (ISOCARP) and the Faculty of Engineering at the University of Porto, this event attracted some 400 delegates from all over the world who came to debate the role of town and regional planning in tackling this growing threat to the future of our planet.

This is literally a hot topic because the science consensus is that it is mankind’s activities over the 250 years since the industrial revolution that have led to the rise in atmospheric temperatures that we are experiencing now. The effects of that are already becoming clear, as is evident from the massive shrinkage of polar sea ice, the rising sea levels that threaten many of the world’s largest cities, and the droughts and the other extreme weather events that have devastated lives in numerous countries. ISOCARP’s congress took place in the immediate run-up to COP 15, a vitally important intergovernmental meeting in Copenhagen which will try to agree a successor to the Kyoto Protocol which, in 1997, started the faltering attempts to limit greenhouse gas emissions.

As the Porto Congress was able to reaffirm, much of the necessary action will take place at the level of the city where over half of the world’s population now lives. Because they concentrate people and activities, our cities place a particular burden on resources. As has been debated at the Porto Congress, these will also be the places to concentrate the action if we are to be effective in moving towards a lower carbon world.
The Congress focused on the role of spatial planning and effective city management in bringing this about.

It asked a number of big questions. In particular, what is the right way forward for individual cities; should they adapt to observed and anticipated changes in the climate, or should the emphasis be on mitigation, tackling the causes of climate change as part of the collective effort to reduce the build-up of greenhouse gases?

And how should cities be shaped and designed in detail so as to become more efficient in carbon terms?

In his concluding remarks to the Congress, the General Rapporteur Chris Gossop listed seven ingredients that together can foster the low carbon cities of tomorrow. These are as follows:

1. Urgency, Leadership and Vision


• Moving rapidly towards a low carbon future;
• Turning the approaches used in the successful low carbon schemes of today into the mainstream of tomorrow;
• Identifying and sharing best practice on low carbon approaches;
• Adopting long term visions and trajectories for the spatial planning of cities and regions to secure progressively lower carbon futures.

2. The developed and the developing world

• For the developed nations a commitment to secure an at least 80% reduction in carbon emissions by 2050;
• In the fast industrialising developing countries, a commitment towards emission reduction and low carbon developments (in line with what emerges from Copenhagen);
• In the poorer developing countries, an emphasis on new planning approaches, including adaptation to protect the vulnerable;
• An avoidance everywhere of carbon intensive developments.

3. A three pillar approach embracing

• Public policy development
• Fostering awareness and lifestyle change
• Technological innovation

4. Public policy - development at all levels from the international to that of the City, the neighbourhood and the individual project.

5. Integrated, inclusive planning:

• Spatial planning policies that integrate land use, transport, energy and waste planning;
• An emphasis on the compact city but taking into account the particular regional and local circumstances;
• Policies that embrace all other aspects of the green and blue environment;
• Policies that aim to secure genuine greenhouse gas savings;
• City policies that are in the context of those for the wider region;
• Policies that extend from the City to embrace the rural hinterland;
• Energy Planning at the local level.

6. Carbon conscious design

• Energy efficient, resource conscious cities, neighbourhoods and individual buildings;
• Places that are well connected but with reduced dependence on the car;
• Places where networks of open space, landscaping and opportunities for food growing are fully integrated with the built environment.

7. Delivering Low Carbon Cities

• The delivery of growth that is zero carbon;
• The retrofitting of existing development to secure maximum gains in efficiency against challenging targets that are in line with those set nationally and internationally;
• Strategic action to upgrade the efficiency of the existing building stock;
• Innovative organisational and funding arrangements to deliver the necessary action programmes;
• Training to secure the necessary skills.

A specific outcome of the Congress is Review 05, a 250 page book on the topic of Low Carbon Cities. This contains numerous case studies of low carbon approaches in different parts of the world. The studies range from the global to the local. They include perspectives from UN HABITAT, the European Environment Agency and individual cities such as Portland Oregon, Cambridge England and the host city Porto. Review 05 is available at the ISOCARP Headquarters



The Hague (isocarp@isocarp.org) at the price of Euro 30,- (ISOCARP Members pay Euro 25,-).

Terça-feira, Novembro 3

You should dance

Segunda-feira, Novembro 2

internet - generation

É bom sabermos que apesar de continuar a transformar o mundo (com 40 anos) a internet
quase nasceu connosco. E ainda com tanto caminho pela frente. Será um bom prenúncio?

Today I’m feeling this way


P 39

Domingo, Novembro 1

The doubt



Só agora tivemos a oportunidade de ver este filme. Mas nunca é tarde, nem cedo de mais para ver um conflito moral tão bem escrito e interpretado. Tudo o que parece não é. Nada é linear nem a vertiginosa intuição da Sister Aloysius que se manifesta em dúvida, no fim. Não na dúvida sobre a sua intuição mas sobre o modo como os seus valores, à prova de bala, a fizeram resolver a situação.

Não ter certezas é a nossa condição. Nunca ter uma percepção do absoluto. Apenas a parcelar e relativa visão dos humanos, que nos deixa sempre... na dúvida.






Parabéns João

Para além de um bom amigo um grande arquitecto...

Sexta-feira, Outubro 30

Mineral House- Tokyo


When you don’t have space you could have creativity



By Yasuhiro Ymashita.

Atelier Tekuto in Tokyo

Quinta-feira, Outubro 29

Salazar - A Political Biography




É hoje lançada em Washington na Embaixada portuguesa, às 18h locais (22h em Lisboa), a primeira biografia de Oliveira Salazar escrita em Inglês por um académico. O historiador Filipe Ribeiro de Meneses, de 40 anos, professor na National University de Dublin, é o autor da obra. Um volume com mais de 600 páginas da editora New York: Enigma Books.

Hoje na entrevista que deu ao Jornal Público refere uma evidência que tarda a compreender a muitos portugueses: a necessidade de internacionalização da nossa cultura especialmente a académica que enquanto não passar a ser produzida também em língua Inglesa e difundida nos canais internacionais não se tornará relevante. É preciso inverter este processo.

Diz o próprio:

"Somos poucos os historiadores portugueses a trabalhar no mundo de língua inglesa, e todos estamos conscientes da escassez de material publicado sobre Portugal. Sem livros e artigos não há cadeiras de História Portuguesa nas licenciaturas; sem essas cadeiras não há pesquisa a nível de pós-graduação; sem essa pesquisa não há publicações, e não há mercado para as editoras", acrescenta. Este "círculo vicioso", como lhe chama, não é fácil de quebrar. Mas o historiador nota que, em Portugal, já há quem tente contrariar esta situação.”

Uma obra que faltava na historiografia internacional. Que faltava à afirmação de Portugal no Mundo. Este tem de ser o caminho. Enquanto outros campos do saber e da cultura não necessitam de tradução a ciência e o conhecimento não passam sem ele na afirmação internacional.

Jewelry from Berkeley



Design by Elisa Bongfeldt ©

Françoise Nielly 2


Quarta-feira, Outubro 28

Será bom não termos ilusões...



A “avaliação dos professores” (AP) será um teste importante para a acção futura deste governo e para a evolução do país. As reformas que temos de fazer serão possíveis? Passo a explicar:

A AP foi um processo complicado, quer político quer prático, que começou com a aprovação do novo estatuto da carreira docente (ECD) e a divisão dos professores em duas categorias – professor e professor titular. Os dois processos estão ligados apesar de poderem ser separados. Independentemente do processo a percepção geral da população é de que os professores, como todas as profissões, devem ser avaliados. Os professores e os seus sindicatos disseram o mesmo – avaliação sim este modelo não.
Das últimas eleições resultou que todos os partidos da oposição são contra este modelo e têm a maioria no parlamento. Só o partido do governo o suporta. Na nova circunstância política a oposição prepara-se para testar o “novo” governo e o novo parlamento justamente com a AP. Este teste vai ser indicador do que se passará no futuro próximo porque irá indicar as qualidades da oposição e do governo para o país.
A divisão da carreira em duas categorias tinha dois objectivos: diferenciar e poupar. Criando duas categorias com limite de 1/3 para os professores titulares, limitava-se o acesso ao topo das remunerações a uma boa parte da classe, obrigando-a a diferenciar-se por essa via, o que acontece em todos os sectores profissionais. Os professores e os professores titulares também ganharam funções diferenciadas sendo os primeiros mais dedicados ao ensino directo e os segundos mais voltados para a organização e gestão das escolas.

Esta medida teve e terá no futuro um importante efeito na contenção da despesa pública para além de ter um efeito moralizador do sistema – nem todos têm qualidade/capacidade para chegar ao topo da carreira, como acontecia até então. Independentemente dos critérios para aceder a professor titular poderem ser melhorados, a hierarquização da carreira docente parece-nos indispensável. Se a igualização promovida pelo anterior ECD se mantiver voltaremos atrás. E o que se passará é que a classe passará a ser toda mais pobre sem qualquer benefício para quem se destaca. Não compensar o mérito é nivelar por baixo, não promover a excelência, como aconteceu anteriormente.
Independentemente das necessidades de aperfeiçoamento a actual AP tem um mérito: pretende diferenciar. Para o fazer a avaliação tem de ter efeitos na carreira. Se não diferenciar a avaliação é uma ficção como o era a anterior avaliação de professores. Se este princípio de diferenciação se afastar tudo o que diz respeito à avaliação estará definitivamente perdido.

Mas atenção se a AP se tornar uma ficção ou se for definitivamente eliminada, quem mais vai perder são os professores para além de, indirectamente, o ensino em geral. Será difícil aceitar que quem faz da sua profissão avaliar os outros não queira ser avaliado. Se isso acontecer como poderão considerar a sua actividade legítima e respeitável se a sua própria classe não aceita ser avaliada. E como olharão para os professores os alunos e suas famílias depois de isso acontecer? Com menos respeito seguramente. E como se sentirão os profissionais aplicados que estiveram envolvidos em todo este processo se tudo agora for mandado para o lixo? A frustração será enorme. Se a vitória da classe for revogar este modelo de avaliação e o ECD, voltando ao que tínhamos antes, essa vitória terá sobre a mesma um amargo efeito nos próximos anos.
Mas pior serão os seus efeitos sobre o futuro do país. O sector da educação e a restante acção governativa ficarão muito comprometidos. Por isso o que agora acontecer será exemplar para o que vier a seguir. Se esta reforma, em vez de aperfeiçoada, for apenas revogada estaremos a adiar o nosso futuro. Outras mudanças terão de acontecer para nos adaptarmos a um mundo novo para o qual estamos mal preparados. Muitas reformas têm de ser realizadas para nos colocarmos no século XXI. Se no primeiro teste o parlamento e o governo adoptarem a desistência como método é caso para perguntar se será Portugal irreformável nesta conjuntura e/ou neste sistema?

Se assim for o caminho é o empobrecimento e envelhecimento geral do país. Os mais novos, melhores mais dinâmicos e menos instalados tenderão a sair, como já está a acontecer (100 jovens licenciados por mês segundo um jornal). Como sempre aconteceu na nossa história. Os que se mantiverem ficarão alegremente mais pobres e mais velhos. O que se deu no nosso interior, especialmente no Alentejo em relação ao restante país acontecerá ao país, em relação á Europa. Será bom não termos ilusões...


Terça-feira, Outubro 27

Françoise Nielly


you must know her.

Françoise Nielly

Segunda-feira, Outubro 26

Juliette Binoche


«Nos filmes e na vida é preciso ousar expor-se, amar, correr riscos, dar o corpo e a alma»

in
Expresso 24.10.09

Divulgação


Office in movement

Albarquel

Setúbal 20009

Domingo, Outubro 25

Mudámos

Hoje mudámos de imagem. O Memórias de Adriano está quase a completar 5 anos. Já merecia. Esperamos que quem nos acompanha goste da mudança.

Sábado, Outubro 24

Filhos


San Francisco 2009

Quinta-feira, Outubro 22

Estreia promissora de Joana Carneiro em Berkeley



No Jornal Público 20 de Outubro

"A maestrina portuguesa Joana Carneiro teve uma estreia auspiciosa no concerto de estreia, na quinta-feira, à frente da Orquestra Sinfónica de Berkeley, na Califórnia. O crítico do San Francisco Chronicle classificou a sua actuação como "marcante", na direcção de peças de John Adams, Gabriela Lena Frank e Béla Bartók. E acrescentou que é de esperar o melhor do seu trabalho futuro, à medida que se for entrosando com os músicos da orquestra. Joana Carneiro, de 33 anos, foi escolhida em Janeiro para substituir o maestro Kent Nagano. "

If you want to see in the San Francisco Chronicle




Muitos Portugueses são reconhecidos pelas suas capacidades em ambientes muito competitivos como é o caso de Joana Carneiro.
Só temos pena de não ter estado em Berkeley para assistir, esperamos poder fazê-lo em breve. Parabéns à "nossa" maestrina.

Quarta-feira, Outubro 21

O (des)Caso Saramago



José Saramago foi daqueles intelectuais ocidentais que durante o século XX (no caso Português até mais tarde) pensaram que a ideologia comunista seria capaz de construir o céu na terra. Coisa que a religião só permitia no paraíso, após a morte. Numa outra dimensão: não material, não terrestre, mas espiritual e celeste. Para estes o domínio de Deus e da Religião seria substituído pelo domínio da Ideologia e do Partido. O poder seria finalmente dos homens, mas apenas de alguns homens. Os Comunistas.

Saramago, como todos os intelectuais materialistas com pendor totalitário, pensaram a dado momento das suas vidas que este caminho, apesar de espinhoso, no fim seria vitorioso. Ora Saramago está no fim da sua vida e verificou-se justamente o contrário. Desde há uns tempos a esta parte Saramago resolveu, então, tentar fazer um ajuste de contas com a história . O principal inimigo do materialismo extremo é a fé e a religião. Sendo português, o cristianismo é o seu alvo. O recente “ataque “ à Bíblia vem nesta sequência, assim como o reescrever da história de Jesus há uns anos atrás.

Cunhal, homem apesar de tudo mais sábio, tentou no fim da sua vida, rescrever a sua história, apresentando mais as suas facetas “humanas” (os romances, a pintura e o desenho, etc.) e fazendo esquecer mais as políticas. Saramago, menos sábio e mais arrogante, está a tentar reescrever a história do mundo. Não assumindo que estava errado, por lhe ser particularmente difícil, tenta no fim, dizer que o está errado não era ele mas toda a nossa cultura Judaico-Cristã e o seu livro fundador, a Bíblia. Ele continua certo como sempre. Os outro é que não vêm, continuando a ler aquelas histórias bilbicas horriveis às criancinhas.

O que Saramago parece não perceber é que o seu Comunismo só podia ter existido nesta cultura. Num momento de crise e mudança desta cultura Judaico-Cristã, mas nunca numa outra. E como produto dessa cultura o Comunismo, mesmo o encapotado como o seu actual, irá sucumbir antes do fim das religiões. E a “Bíblia” irá prevalecer sobre o “Capital”.
Isto Saramago parece não querer ver mesmo antes de fechar os olhos. O peso da sua arrogância parece estar-lhe a ser mais difícil que o peso de Deus. Mas a sua ira contra o mundo do espírito é só um reflexo da sua ira contra o mundo dos homens que não aceitaram o seu ponto de vista iluminado. Façamos daqui um apelo a todos os homens de fé: peçamos perdão a Saramago por o termos desapontado.

Que Deus o acompanhe.

Rumo a Sul

Segunda-feira, Outubro 19

International Society of City and Regional Planners 45th Congress - Low Carbon Cities




«INTRODUCTION TO THE CONGRESS


2009 is a vitally important year for the future of our planet, its human populations and all the other life forms that live on it. For in December, the world’s governments will meet in Copenhagen to agree upon a successor to the Kyoto protocol which, in 1997, started the faltering attempts to curb emissions of greenhouse gases. They face an enormous responsibility because they will need to agree upon drastic cuts in those emissions that will affect the lifestyles of everyone on the planet. For the world has to change rapidly towards a low carbon economy in which CO2 and other greenhouse gas emissions will be a fraction of what theyare now.

Over half of the world’s population now lives within cities. Because they concentrate people and activities, they place a particular burden upon the Earth’s resources. Their future is crucial in the search for sustainability and, if we are to put the world on a lower carbon path, action based upon the cities will form a major part of the solution.

The way that our cities are managed and planned will be of vital importance in bringing this about; this is the subject matter for ISOCARP’s 45th World Congress. What is the role of planning, and of those who are involved in the planning and development process, in the drive to achieve less resource intensive, low carbon cities? Over the four days of our Congress we have a major opportunity to disseminate and share our experience about strategies and practical approaches to the planning and design of low carbon cities.

The Porto program brings together an enormous range of experience, from the level of world figures in the field of sustainable development to practitioners at the local level. This is entirely fitting for a subject where the overall direction must be set globally but where many of the solutions must be worked out regionally or locally. Most, but not all of the workshop papers describe local situations and there is an immense variety of those.

What has been marvellous about this Congress is the scale of interest that it has attracted and the sheer spread of the ideas that have been put forward. The Call for Papers attracted a record 243 entries. Of these, about 140 were accepted, the principal criterion being compliance with the declared low carbon city themes. As has been the pattern at all other recent congresses, this number has since come down, the result being that we will have some 100 presenters spread out between our five workshops.
»

by the General Rapporteur Chris Gossop
Urban Planner and Vice President of ISOCARP


My communication:

A caminho do Porto


Da comboio desde Setúbal. O melhor transporte quando se pode usar. Para além do conforto o caminho todo pode ser rentabilizado pois o nosso escritório móvel vai connonsco para todo o lado. Boa viagem.

Today Porto in our way

Vamos rever esta magnífica cidade a propósito de uma conferência mas aproveitamos para visitar a cidade. Muito especialmente para ver o que a «Porto Vivo» tem feito pelo centro histórico Portuense. Há mais de dois anos que não visitamos o Porto. A última vez foi justamente para conhecer o trabalho desenvolvido por esta Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU). Organizámos, então, conjuntamente com as outras SRU’s do País (Coimbra e Lisboa).


Foi organizado pela Ordem dos Arquitectos (secção regional sul) e a Santa Casa da Misericórdia de Setúbal, nesta cidade. De lá para cá muito mudou – e.g. a crise económica instalou-se mundialmente (nós já estávamos em crise) e o regime de reabilitação foi criado (com muito atraso) – mas no panorama da SRU’s nem por isso, parece-nos. Continuamos com uma realidade semelhante. Talvez o novo mapa autárquico possa agora trazer novidades. Mas as dificuldades económicas e o fraco incentivo fiscal que o novo regime pouco mudou dificultam a vida, aos poucos agentes, que continuam empenhados na reabilitação urbana.

Hoje vamos poder ver no terreno como evoluiu a Porto Vivo ainda por cima acompanhados por um grande amigo. Um Patrício, que aproveitamos para rever e matar saudades.

Quinta-feira, Outubro 15

The Door