quinta-feira, novembro 16

Dançar


Desde que nos conhecemos que gostamos de dançar. Mas nos últimos anos a coisa complicou-se. Os sítios onde se dança, normalmente, as discotecas, mudaram os seus horários de uma forma drástica. Ninguém começa a dançar antes das 3 da manhã. E não querendo parecer um “velho” a música que costuma passar não vale a pena o tempo de espera.

O nosso modo de vida também mudou e muito depois do nascimento dos filhos. O que condicionou as saídas à noite. E àquelas horas só podem ser dançarinos: os que nada fazem, os que não têm família ou os irresponsáveis.

De maneira que o casal da casa acabou por adoptar a dança caseira ou a dança no automóvel -Esta última apenas mexendo a parte superior do corpo enquanto nos deslocamos de uma lugar para outro - Que é o que o “dia a dia” permite.

Os nossos filhos, agora mais velhos, também já são amantes da dança. Ele anda no Hip hop e ela no Ballet. Não podiamos, nós ficar de fora desta bela actividade.

No princípio deste ano decidimos tentar resolver este assunto. Assim encontrámos na “União Setubalense” um casal de óptimos professores de Dança de Salão que nos permitiram voltar a ter o prazer da dança. E mais importante, dançar a dois os diversos “estilos” de dança/música. A horas decentes.

Obrigado Marisa e Paulo.

1 comentário:

Rui Silva disse...

Gosto de ver dançar e até admiro quem o faz, já que eu quando tento fico cá com uns "sapatos de mergulhador colado aos pés" que nem te digo.
Prefiro futebol...mesmo a brincar como agora o faço, mas à baliza ou a defesa, onde não sou mau.
Luto contra 25 anos de paragem e alguns Kn de carga aplicada nas duas reacções de apoio.

Boa dança...

PS: estou a imaginar a do carro...só da cintura para cima ehehehehe!